domingo, 3 de janeiro de 2010



JOGADOR DE FUTEBOL

Amigos eu vou contar
A história de um menino
Que queria ser jogador
E também como é difícil
Jogar no exterior.

Havia um colega que tudo abandonou
Para tentar a vida em outro lugar
Um empresário ele arrumou
Que seu dinheiro só roubou
E na mão meu colega deixou.

Mãe e pai ele deixou
Chegando lá, no fundo do poço ficou
O sonho de ganhar dinheiro
Para a família ajudar
Que morava no Rio de Janeiro
Acabou ficando sem dinheiro.

Nesses tropeços da vida
Seus sonhos enfraqueceram
Mas ainda não morreram
Só sei dizer meus colegas
Que meu amigo já não tem
Mais tanta vontade de vencer.


O sofrimento fez meu amigo
Pensar que ia morrer
Naquele lugar ermo
Sem os pais poder ver
A mãe tinha falado para ele
Não ir para o exterior
Mas o sonho de comprar uma casa
Por sua mãe ele arriscou.

Chega ao fim essa história
De um garoto sonhador
Como qualquer garoto brasileiro
De brilhar no estrangeiro
Hoje vive feliz com seus pais
Apesar da casa simples
Ele tem tudo o que sempre quis.

AUTORES: Bruno da Silva Sousa
Ronaldo Aguiar Santos


DECEPÇÕES ENTRE AMIGAS

Vou apresentar para vocês
Uma história desleal
De amigas que se gostavam
Mas acabaram mal.

Eu e minha melhor amiga
Eu e meu namorado
Muito melhor seria
Se ela não estivesse do lado.

Acreditava muito nela
Mas ela me enganou
Traiu minha confiança
E a amizade acabou.

Amiga que é falsa
Não quero perto de mim
Quero distância dela
E de sua falsidade sem fim.

Contei pra ela todos os segredos
Eu abri meu coração
Mas ela era tão falsa
Que me deixou na mão.

Amiga que considerava irmã
Amiga que considerava a melhor
Depois do que ela fez
Foi considerada a pior.

Eu sempre fui alertada
Mas nunca quis entender
Preferi acreditar nela
Acabei por me surpreender.

Eu queria sumir
Pois estou envergonhada
Por você o tempo todo
Fiquei sendo enganada.



Dias se passaram
E ela então voltou
Disse espere, e aí
O arrependimento chegou.

Então as duas se abraçaram
E começaram a chorar
E assim todos disseram
Como é lindo perdoar.

Autoras: Aline Raiane dos S. Campos
Cassiane Rosa de Jesus
Jorrana de Oliveira da Silva

sábado, 2 de janeiro de 2010



A NOSSA ESCOLA

Anísio Teixeira com seus auxiliares
Para a vida inteira ajudando
Os alunos com suas carreiras.

Muitas brigas aqui têm
Mas isso não é problema para a FEBEM
E aqui deixamos essa mensagem
Para todos que lêem.

Aqui todos são estudiosos
Alguns são bagunceiros
Todos são amorosos.

Nesta escola todos têm educação
As famílias chegam e chamam a atenção
Dos professores, da diretora
De todos de forma acolhedora.

Na escola só tem gente obediente
A professora até elogia a família da gente
Os alunos ficam todos felizes
Encorajados, vão em frente.

A escola tem a melhor quadra
Porque aqui vêm várias pessoas
É a quadra mais movimentada
Aqui ficam todos numa boa.

Autores: Diogo Souza dos Santos
Max Rodrigues da Silva
William Tafareu Junqueira

A CHUVA INESQUECÍVEL

Em um dia de chuva
Comprei um guarda-chuva
E ao passar na praça
Passou uma gangue de briga.

Meu guarda-chuva quebrou
E a chuva me levou
De repente apareceu um cavalheiro
Que da chuva me tirou.

Me levou ao médico
E gastou 300 reais em remédio
De tanto tomar remédio
Tudo para mim virou um tédio.

Depois de tantos dias
De ter me ajudado
Ele então se tornou
O meu lindo namorado.

Trinta dias se passaram
E contei ao meu pai querido
O que realmente tinha acontecido
E ele ficou muito constrangido.

Mas depois aceitou e disse
Como pode um amor nascer
De um jeito tão esquisito?
Então pode namorar que eu permito.

Quando enfim eu estava
Totalmente recuperada
Resolvemos nos casar
Construímos uma casa para morar.

A casa era bem simples
Mas muito bem arrumada
Graças ao meu marido
Que sempre me ajudava.

Depois de três anos de casada
Fiquei grávida e tive uma filha
Que por sinal era muito paparicada
E nasceu debaixo de uma chuvarada.
Agradeço àquela chuva
Porque se não fosse por ela
Hoje não estaria vivendo
Um conto de Cinderela.

AUTORAS: Jamily Costa Pereira
Viviane Serra Menezes

AMIGAS DE CORAÇÃO

A todos vou contar
Uma história para chorar
A história de duas amigas
Que nunca iam se separar.

Um alto repentino
Fez as coisas atrapalhar
Como pode uma amizade
Tão linda assim acabar?

Tudo ia muito bem
A amizade bons frutos tinha
Até que um dia veio o pior
O que ninguém percebia.

Uma coisa inexplicável
Umas pessoas repentinas
Admiravam e invejavam
A amizade que elas tinham.

Como nenhuma das duas vigiava
A tentação logo chegou
As duas amigas então
Inimigas logo viraram.

E então separadas
Muito tempo se passou
As amigas solitárias
Por muito tempo choraram.

Os amigos indignados
Tentaram em vão ajudar
As duas amigas teimosas
Que não voltavam a se falar.

As mesmas pessoas que atrapalharam
Não paravam de atentar
Era fofoca e cochicho
Para lá e para cá.

Como as duas se gostavam
O gelo decidiram quebrar
E aquela linda amizade
Resolveram retomar.
Deixam para trás o passado
Voltaram a ser amigas
Amigas somente não
Irmãs de coração.

AUTORAS: Alessandra F.Belchior
Daniella de M. Santos

LEMBRANÇA DO SERTÃO
Um amigo do sertão
Que deixou muita solidão
Lembranças a contar
Que um dia eu estava lá.

Ele era muito bom
Tocava gado no sertão
Com seus burros a tropear
Muita cachaça pra tomar.

O berrante ia tocando
E o gado acompanhando
Passando dias e mais dias
À fazenda foi chegando.

Com muita emoção
Eu conto esta história
Porque amigo de verdade
Nunca te explora
Dá opinião, conselho e atenção.

Meu amigo estava num bar
Quando dois pistoleiros
Chegaram atirando
Veja, que história de horror!

Uma grande tragédia deixou
Meu amigo veio a morrer
Deixando lembranças a dizer
A justiça Deus irá fazer.

AUTOR: CLÁUDIO HENRIQUE M.A. DE OLIVEIRA.


A TERRÍVEL MORTE

Vou contar para vocês
O que aconteceu
Numa segunda-feira
Uma morte ocorreu.

Deu polícia, deu ladrão
Tenente e capitão
Uma morte que ficou marcada
Na memória da população.

Passaram alguns dias
A população se revoltou
Estenderam faixas
E a carreata começou.

Com tudo que aconteceu
Os ladrões não se entregaram
A polícia continuou
Atrás do cara que matou
O humilde pescador.

Ao passar em frente à casa
Vazia, sem morador
A população sentia
Um imenso terror.

Mas daí o ladrão se entregou
A população se alegrou
Com tudo o que aconteceu
A criminalidade acabou.

O tempo foi passando
A comunidade renovando
E os ladrões foram se entregando
E a comunidade em paz foi ficando.

A população em comunhão
Ficou livre do ladrão
E é por isso que eu conto agora
Esta história para a nossa população.

AUTORES: Fábio A. de Souza Soares
Janderson de O. Coutinho



UMA VIDA COMUM

Em um dia ensolarado
Minha mãe estendia roupa no varal
Muitas roupas, tantas roupas
Lá no fundo do quintal.

Eram tantas as roupas
Que quebrou o varal
Minha mãe ficou estressada
Acabou me dando um pau.

Eu fiquei com tanto ódio
Que não quis falar com ela
Meu pai chegou de viagem
Resolveu se separar dela.

Ficamos eu e meu pai
Morando numa casinha
Era uma casa bem velhinha
Porém arrumadinha.

Eu via meu pai chorando
De tão arrependido
Ele resolveu depois de um tempo
Pra ela fazer um pedido.

Ele foi a casa dela
E disse, mulher quer voltar comigo?
Estou pedindo desculpas
Vamos, pelo menos, ser amigos.

Desse dia em diante
Minha vida era comum
E não houve mais brigas
Em momento algum.

Depois de uma semana
Mamãe começou a ter desejo
Desejo e vontade
De comer coisas de verdade.


Nove meses se passaram
Uma nova vida nasceu
Uma garotinha e meu pai ficou vendo
Qual ele amava mais, se era ela ou eu.

Mas ele sabia que nós três
Éramos o amor da vida dele
E naquela casinha modesta
Vivemos nós três e ele.

Autoras: Ana Paula
Tatiane 8E

OS QUATRO BAGUNCEIROS

Escola Anísio Teixeira
Na sala do oitavo D
Havia quatro alunos
Que não deixavam ninguém ler.

Logo na primeira aula
Começaram as baderneiras
Rafael com suas doidices
Vinha com suas brincadeiras.

Leandro não agüentava
Começava a reclamar
Todo mundo rindo dele
Na direção a chorar.

Meuqui queria ser o santo
Quando a Silvana chegava
Ele ficava quieto
E ela logo desconfiava.

O Tafarel não faz as tarefas
Fica todo tempo a bagunçar
Todos os professores mandam
Na direção ele se explicar.

Aqui na sala não existe sossego
Todo tempo é um piseiro
Quando um começa a falar
Os professores entram em desespero.

Os professores ficam loucos
Dizemos que vamos melhorar
Enfim acaba o ano
E agora, quem ficará em nosso lugar?

Autores: Leandro A. dos Santos
Meuquizedeque S. Dos Santos
Rafael Silveira Mangueira

A LENDA DO SACI-PERERÊ
A história que vou contar
É do saci-pererê
É um moleque negrinho
Seu nome era Lelê.

Lelê era um menino sozinho
Andava muito tristinho
A única amizade dele
Era um pequeno porco-espinho.

O saci sempre gostava
De ficar à beira de um riacho
Com uma cesta em seu braço
Um pé só e um sapato.

Com alegria ele vivia
Na paz com seus guias
A esperança ele tinha
E suas gargalhadinhas.

Ele tinha uma perna só
Só andava de chinela
Fazendo arte e atrapalhando
Pessoas que mangavam dele.

Mas um dia ele quis andar direito
Esperança tinha no peito
Resolveu declarar sua vergonha
Afinal, quem não tem defeito?

Ele até conseguiu mudar
Só que ficava rodando
Pra lá e pra cá
Daquele jeito querendo irritar.

Minha história chegou ao fim
O saci falou pra mim
Que tinha acabado de lançar
Um furacão no jardim.

Autores: Daniel Tavares,
Rafael Pinheiro, Túlio Lima.



LUTANDO PELO SEU AMOR

Certo dia de um mês
Começamos a estudar
Velhos amigos reencontramos
Conversávamos sem parar.

Um dia descobrimos
Um grande amor de uma amiga
Ela era apaixonada
Mas nunca correspondida.

O rapaz pouco bonito
Sabia deste sentimento
Como não gostava dela
Zombava a todo tempo.

Um dia decidiu contar para uma pessoa
Mas contou para a pessoa errada
Todos da sala ficaram sabendo
E a macaca ficou armada.

Sem saber o que fazer
As amigas tentaram ajudar
Arrumaram várias confusões
Para a tristeza de seu coração tirar.

Grandes conflitos foram armados
Entre amigos e inimigos
Para tentar salvar
A donzela do coração partido.

Como não deu em nada
Acabamos esquecendo
Mas de vez em quando
Zoações vão aparecendo.

Agora ela e ele são amigos
Mas não conversam muito
Tentando esquecer
Esse amor tão profundo.



Agora o menino
Demorou mas percebeu
Que o amor que ela sentia
Aos poucos se perdeu.

Ainda gostando dele
Não deixa nada evidente
Para ninguém se lembrar
E começar tudo novamente

E mesmo assim ela vai levando
A vida sempre para frente
Com a cabeça levantada
Mesmo não estando contente.

Autoras: Ana Paula Silva Rocha
Keler Alves Frozza

FOTOS DOS LIVROS PRODUZIDOS PELAS TURMAS 8D e E

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

ALUNOS DO 8 E (Feira Cultural 20.11.2009)


Aqui estão alguns de nossos escritores. Parabéns, pessoal!!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

NOSSOS PEQUENOS LEITORES

Aqui, as crianças aproveitando para ler um pouco.

FEIRA CULTURAL NA ESCOLA ANÍSIO TEIXEIRA


Dia 20 de novembro realizamos a nossa feira cultural.
A feira contou com a contribuição dos alunos de primeira série até o terceiro ano do ensino médio.
Meus alunos dos oitavos anos D e E fizeram literatura de cordel. As histórias ficaram ótimas!

sábado, 21 de novembro de 2009

FEIRA CULTURAL NA ESCOLA

No dia 20 de novembro de 2009, tivemos a nossa feira cultural. Eu trabalhei com a Literatura de Cordel.Meus alunos fizeram produções maravilhosas. Eu achei que eles se superaram.Os desenhos das capas feitos por eles também foram uma agradável surpresa.
Surpresa também tivemos eu e a professora Aurecy. Ao chegarmos na escola, na noite da feira, encontramos o nosso texto em um painel enorme.
As supervisoras Franciscmar e Francisca nos deram este presente. Ficamos muito felizes por isso.
Obrigada,meninas!!!!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A BALA QUE VIROU FLOR (CORDEL)




A bala que virou flor

Amigos, quero contar
Uma história escalabrosa
Aconteceu em uma escola
Muito bonita e vistosa.

A Escola Anísio Teixeira
Fica no Setor dois
Aqui tudo acontece
E não deixa para depois.

Uma quinta-feira horrorosa
O tempo estava fechado
As nuvens adivinhavam
O dia seria marcado.

Chegaram alunos e professores
Funcionários e diretores
Todo mundo concentrado
Querendo ser promissores.

Lá longe vem a viatura
Todos muito alarmados
Querendo deixar os bandidos
Totalmente desarmados.

Os danados corriam tanto
A polícia no encalço
Passaram bem no ponto
Onde desceram o balaço.

No portão da linda escola
Ficou um buraco aberto
A bala passou raspando
Na cabeça quase acerta.

Algo de bom aconteceu
Com a proteção do Nosso Senhor
Tirando da sala de leitura
Todo e qualquer leitor.

Graças a Deus a bala
Não pegou em ninguém
Ficaram só as capas de bala
E o buraco também.

A professora que lá estava
Na hora nada pensou
Depois é que percebeu
O mal que Deus evitou

Lá no painel da sala
Onde fala sobre leitura
Ficou o buraco da bala
Mostrando bem a altura.

Se tivesse algum aluno
Ali naquele momento
Pela altura do buraco
Teria sido um tormento.

Obrigada, meu bom Deus
Por a todos ter livrado
De um terrível acidente
Que a morte teria marcado.

Depois de algum tempo
As lembranças o tempo levou
Pois o buraco da bala
Em uma flor se transformou.

Autoria:
Professoras: Aurecy e Ivonete
Novembro/2009.
*Esta história é verdadeira e resolvemos contá-la em Literatura de cordel para que fosse utilizada como exemplo para as turmas que estão trabalhando com este tipo de texto.
*NO DIA 03.09.2009, A POLÍCIA PASSOU EM FRENTE À ESCOLA PERSEGUINDO DOIS BANDIDOS. FOI AQUELA CONFUSÃO POIS COMEÇARAM A ATIRAR E UMA DAS BALAS ATRAVESSOU O PORTÃO DA FRENTE DA ESCOLA. A BALA PASSOU BEM NO MEIO DO PÁTIO E FOI ACERTAR A PORTA DE VIDRO DA SALA DE LEITURA E ATINGIU UM PAINEL ONDE ESTÁ ESCRITO a seguinte FRASE "Quem não lê não pensa, e quem não pensa será para sempre um servo"-Paulo Francis.
*Lá ficou um buraco. Cada criança ou adulto que entrava na sala, ia direto ao painel para ver onde a bala havia atingido e , não contentes em ver o local, ficavam colocando o dedo. Esta atitude das pessoas começou a me incomodar e resolvi dar um jeito naquele buraco.
*Depois de pensar um pouco, vi que dava para recortar papel camurça em forma de flor e fazer do buraco, o miolo da flor e foi exatamente isso o que fiz. No início , ainda apareceram alguns curiosos que estragaram o miolo da flor para ver a profundidade do buraco da bala.
*Resolvi então, tapar o buraco antes de fazer o miolo da flor, coloquei uma bolinha de papel que preencheu diretinho o local.
* A professora Marilac entrou na sala e comentou que achou interessante o fato de uma coisa ruim, como um tiro, ter se transformado em uma flor. O comentário dela não saiu do meu pensamento e depois disso, comentando com a professora Aurecy resolvemos contar um pouco da história.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

A CATÁSTROFE

A Catástrofe

Um Tsuname atingiu os Estados Unidos no dia 30/10/2006 às 02h55min, estava chovendo muito.
Um fenômeno da natureza se espalhou por todo os Estados Unidos, houve uma grande destruição. Um dos principais motivos dessa destruição foi o “homem” porque é ele que destrói a natureza, mas também é ele que sofre as consequências, pois a natureza deu o “troco”, destruiu toda a “moradia” do homem.
No final o homem percebeu que ele estava errado, e parou de destruir a natureza.
O presidente Barack Obama ajudou com cestas básicas e abrigo para as pessoas mais afetadas.

Jorrana de Oliveira da Silva - 8ªD

A REVOLTA DA NATUREZA CONTRA VALDEMAR

A REVOLTA DA NATUREZA CONTRA VALDEMAR
No dia 27 de agosto do ano de 2009, em pleno sábado à noite, na cidade de Santa Catarina, a natureza se revoltou com uns homens que estavam fazendo desmatamento na floresta, matando e prendendo animais.
A natureza provocou um grande alagamento para assustar Valdemar e seus capangas.
Valdemar era um homem muito esperto e reconheceu que o que ele estava fazendo iria acabar prejudicando a eles mesmos, então para pedir desculpas à natureza ,Valdemar chamou Ricardo e Marcelo para replantar as árvores que eles cortaram. Depois disso, nunca mais prenderam nem mataram animais e com tudo isso acabou terminando tudo bem..
Jamily – 8E

terça-feira, 27 de outubro de 2009

A NATUREZA SE REVOLTOU

A Natureza se revoltou

Um Tsunami passou pelo Rio de Janeiro e inundou toda a cidade. Muitas casas foram destruídas e famílias tiveram que sair de suas casas nas florestas, mares, rios, ar e nas ruas da cidade. Disseram que isto tinha acontecido desde quando o homem existe 10/09/1009. Tá-Tá-Tá, Tataravô do meu Tá-Tá-Tá Tataravô nem tinha existido. A natureza ficou tão revoltada que matou todo o mundo, mas o mundo inteiro mesmo. Não sobrou nenhuma vida para contar história e depois que ela matou todos, foi embora feliz da vida cantando e sorrindo...!
Aline Raiane - 8ªD

UMA PAIXÃO ESTRANHA

UMA PAIXÃO ESTRANHA

FOI NUMA NOITE DE 27 DE OUTUBRO DE 2008, EM SANTA CATARINA ,NA CIDADE DE BLUMENAU COM A REVOLTA DAS ÁRVORES FRUTÍFERAS CONTRA O SER HUMANO. ,
CENTENAS DE PESSOAS FORAM CONVIDADAS PARA O CASAMENTO DE TOMÁS E CLEITON, PORÉM FOI UM CASAMENTO MUITO ESPERADO, POIS ERA UM CASAMENTO DIFERENTE ,ERA DE HOMOSSEXUAIS.
O CASAMENTO ACONTECEU NUM POMAR, COM MUITAS ÁRVORES FRUTÍFERAS QUE ACABARAM FICANDO NERVOSAS COM O VESTIDO DO NOIVO PORQUE ELE ESTAVA SE ACHANDO O MAIOR.
ASSIM ELAS PEDIRAM UMA AJUDA AO VENTO, E ELE LEVANTOU DE UMA VEZ O VESTIDO E ELE FICOU TENTANDO ABAIXÁ-LO ,NO ESTILO MARILYN MONROE.
SEUS PARENTES EM VEZ DE AJUDAR NAQUELE VEXAME CAIRAM NA RISADA.
DE REPENTE, A NOIVA FURIOSA DESCEU O TAPA NA CARA DA ÁRVORE E ESSA HISTÓRIA TERMINOU MUITO MAL PORQUE UMA DAS ÁRVORES ERA APAIXONADA PELO TOMÁS E ELA NÃO SE CONFORMAVA EM PERDÊ-LO .

INGRID CARVALHO – 8E

O DIA QUE A NATUREZA INVADIU MENTES

No dia 24/11/2002, estava na época de verão, no Japão.
Crianças e adultos fizeram a natureza sofrer por causa das queimadas, da poluição, do lixo, das tranqueiras e porcarias jogadas nos rios, e a extinção de animais estava aumentando.
Quando os lixos são acumulados, a chuva leva os mesmos para as ruas das cidades e quem sofre é a população.
Por isso a natureza invadiu todas as mentes de quem a prejudicou e isso aconteceu enquanto elas dormiam e fez com que tivessem pesadelos terríveis de como a natureza ia acabar.
Depois disso, todos viram seus erros e decidiram que a preservação seria o único jeito de não passarem pelo que haviam sonhado.

Matheus Santos – 8D

ESTÃO ACABANDO COM TUDO...

Estão acabando com tudo...


A natureza está revoltada por causa do desmatamento que o homen está fazendo.
As árvores não conseguem dormir por causa do barulho.
Os rios estão ficando sem água.
As montanhas estão acabando por causa do mau hálito.
A terra está rachando por causa da obesidade..
Isso aconteceu em 2010 no dia 30 de janeiro. Era verão e chovia muito pouco
na cidade de Ariquemes e os envolvidos foram , com certeza, pessoas que não estão nem um pouco preocupadas com o nosso mundo..
De tanto as pessoas descuidarem e maltratarem a natureza tudo acabou estragado: carros virados de ponta cabeça, árvores e postes no chão, tudo quebrado, casas grandes, casas pequenas, ruins, boas. Tudo foi demolido e o mundo virou um lixão...

Jefferson - oitavo ano - D

A NATUREZA




A Natureza

Houve muitos desmoronamentos por causa da poluição e isto acabou matando muitas pessoas. Os desmoronamentos são catástrofes da natureza.
A natureza está revoltada porque as pessoas não dão valor a ela. O pior aconteceu no dia 01/ 07, foi no inverno, no Japão.
Os homens estão apanhando tanto da natureza e ainda não desistiram de desmatar e poluir.
RODRIGO LOPES DA SILVA - 8D

sábado, 24 de outubro de 2009

MONTANHAS REVOLTADAS

MONTANHAS REVOLTADAS

A revolta das montanhas foi no dia 09/09/09 de manhã as 09h00min h. na cidade de Ariquemes, indo para PORTO VELHO, no rio do Zé, na linha 35 no lote. As montanhas começaram a derrubar os homens que tentavam subir nela para destruí-la.
Estavam envolvidos o SARNEI, o BRUNO, o PEDRO, o CLEITON e a JUCELIA. Infelizmente o Sarnei acabou morrendo depois de derrubado pelas montanhas após uma escalada.
Depois dessa morte, os outros perceberam que a coisa ia piorar se continuassem agindo contra as montanhas, derrubando e principalmente destruindo tudo. Então cada um decidiu mudar de vida. Bruno foi estudar na capital pensando em retornar ao local para trabalhar e montar um ONG de proteção às montanhas.
PEDRO E JUCELIA foram embora para o RIO DE JANEIROE. Lá eles descobriram que se amavam e resolveram se casar. Tiveram três filhos: LORRANA, JESSICA, EDUARDO e viveram felizes para sempre.
MAICON – 8E

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A REVOLTA DA NATUREZA

A Revolta da Natureza
Crianças, fiquem quietas !Irei contar uma história. Isso aconteceu em Santa Catarina e em algumas cidades americanas,só aqui em Ariquemes que não aconteceu.
O fato ocorreu no ano 2006 no dia 30/01. Era verão e estava muito quente. Fora do normal.
As folhas das árvores secaram. Muitos animais morreram, muitas plantas secaram também e a terrível chuva alagou tudo, praticamente toda a cidade ficou debaixo da água.
Por isso que nós, professoras, explicamos a vocês o que devemos fazer para a natureza não se revolte contra nós!
Vamos cuidar de nosso planeta! Não vamos jogar lixo nas ruas, pois ele entope os esgotos e causa enchente.

CASSIANE - 8 D

TRAGÉDIA EM GORILA-CITY

TRAGÉDIA EM GORILA-CITY

Essa história aconteceu no dia 20 de outubro de 2050, na cidade de Gorila-City onde estava ocorrendo um grande inverno.
Estava ocorrendo uma grande poluição do ar, e a natureza se revoltou contra a população.
Aconteceu uma chuva muito forte que destruiu casas e uma grande parte da cidade.
Rios transbordaram, lixos entupiram esgotos causando a enxurrada e trazendo doenças à população.
Mais ou menos meia noite em ponto, aconteceu um frio que congelou tudo. Várias pessoas morreram por não se prevenirem e por não estarem preparados para esse fenômeno da natureza.

MEUQUI – 8 D

FÚRIA DOS ELEFANTES

Fúria dos Elefantes

Em uma reunião, um elefante se revoltou com a população na Índia e a péssima notícia é que morreram 10 pessoas.
Um dos principais casos de morte trágica foi o do Dione que morreu esmagado por um elefante,
Isso aconteceu no ano de 1930.
No final, o Idaron prendeu os responsáveis por levarem os elefantes para Índia clandestinamente.
Bruno - 8ºano E

O DESESPERO DA NATUREZA

O DESESPERO DA NATUREZA

FOI UM FURACÃO QUE ACONTECEU NA NATUREZA e TIROU OS HUMANOS E SEUS OBJETOS DO CHÃO ASSIM COMO MUITOS HUMANOS TIRAM ÁRVORES DO CHÃO E CORTAM TAMBÉM.
ESSA TRAGÉDIA ACONTECEU NO BRASIL, NO RIO DE JANEIRO, EM 2020, em uma Sexta-feira, no 1° dia da PRIMAVERA.
CAMILA, A PRINCIPAL DA TRAGÉDIA, FOI PEGA DEPOIS DE MALTRATAR A NATUREZA.
A MAIA, O BARRUAN, a SURIA, o PANDET E a SHANT TAMBÉM FIZERAM MAL PARA A NATUREZA.
DE TANTO JOGAREM LIXO NO CHÃO, EM ESGOTOS E MACHUCAREM A NATUREZA sofreram na própria pele os estragos que a revolta causou.
A NATUREZA MOSTROU SUA REVOLTA CRIANDO UM ENORME FURACÃO DEIXANDO TUDO BAGUNÇADO E COM ISSO, MUITAS CASAS FORAM DESTRUÍDAS.
NO FIM, TUDO OCORREU BEM, MAIA, BARRUAN, SURIA, PANDET, CAMILA E SHANTI, FORAM PEGOS PELA POLÍCIA E FORAM PRESOS. DEPOIS QUE ELES FORAM PRESOS, A NATUREZA VOLTOU A SE DESENVOLVER DE NOVO.
E DEPOIS DISSO, NINGUÉM MAIS TENTOU DESMATAR A NATUREZA E AS FLORESTAS QUE EXISTEM NO MUNDO, POIS APRENDERAM A LIÇÃO.
E ASSIM A NATUREZA CONTINUOU VIVA E FELIZ...

TATIANE BAZILIO DE OLIVEIRA

A comovente história de três amigos

A comovente história de três amigos
Tudo aconteceu no estado do Amazonas na divisa com os estados do Acre e Rondônia, perto do grande rio Amazonas.
Foi no ano de 1995, no dia 21 de julho, às 13 horas e 21 minutos, quando os amigos Bruno, Maicon e Ronaldo foram passear a beira do rio para comemorar o aniversário do amigo Ronaldo.
O rapaz chamado Ronaldo era muito egoísta, só pensava nele, Maicon era o cara chato, e Bruno era o extrovertido. Eles estavam caminhando quando viram algo de estranho.
Quando olharam para o lado vinha uma grande onda em direção deles, os três saíram correndo para as montanhas mais altas, mas Maicon, o mais fraquinho, não conseguiu correr muito e acabou morrendo na enchente, e os outros dois conseguiram se salvar.
Ao voltar para a cidade, a enchente tinha deixado tudo debaixo d’água. Eles foram para suas casas e viram que tudo estava acabado e seus familiares não tinham sobrevivido.
Bruno e Ronaldo perderam tudo, principalmente seu melhor amigo Maicon e eles foram morar em outra cidade.
Bruno viu que não tinha mais sua mãe para sustentá-lo e começou a trabalhar resolveu abrir sua própria empresa de carros. Ronaldo que era o egoísta viu que ele não era a única coisa da vida e começou a pensar nos outros e que a vida tinha muitas coisas simples e ótimas. Começou a trabalhar e a ajudar a ele mesmo com muita auto-estima.


E. E. E. F. M. ANÍSIO TEIXEIRA
Nome: Keller Alves Frozza
Serie : 8ª “E”