quarta-feira, 8 de setembro de 2010

VARANDA OU ESCOLA? - CARLOS RODRIGUES DE SOUZA

VARANDA OU ESCOLA?
Lá é um lugar onde os alunos se reúnem para aprender, mas não é só isso o que eles fazem naquele lugar.
Antes da aula, eles conversam, chegam ao portão e em vez de entrar, ficam sentados do lado do mercado que fica em frente à escola numa varanda, numa escada de cimento com três degraus. Esta escada levava a uma sorveteria que fechou.
Agora todos os dias alguns alunos ficam conversando ali até bater o sino.
Depois disso, alguns deles entram e outros continuam ali sem ligar para o sino que já bateu e para aula que estão perdendo.
Depois de o sino ter batido há muito tempo, eles vão para o portão da escola tentando entrar. É como se eles achassem que a escola tem a obrigação de deixá-los entrar depois que o sino já bateu.
Bate o sino para a saída dos alunos, não passam dez segundos e lá vai aquele amontoado de alunos como se fosse um rebanho saindo pela porteira.
É um empurra, empurra danado. Aluno pisando em pé de aluno. É aluno empurrando o outro sem ligar para mais nada a não ser sair dali. É como se fossem animais presos tentando sair da jaula.
Quando enfim passam os alunos a pé, lá vem os de bicicleta como se estivessem apostando corrida para ver quem é que sai primeiro. Lá fora a corrida acaba e começa o trânsito de pessoas e bicicletas.
Do outro lado da rua alunos e seus amigos conversam embaixo da varanda, como se no mundo só existissem eles e mais ninguém como pais ou responsabilidades.
Assim quando não há mais nada para conversar, eles voltam para o mundo onde existem pais e responsabilidades.
Finalmente vão embora, mas já sabendo que no dia seguinte começa mais um dia de escola e varanda.

AUTOR: CARLOS RODRIGUES DE SOUZA

O TIROTEIO - JAMILA

Ano passado, estávamos eu e minhas amigas conversando na área da garagem dos funcionários da escola, que fica ali perto das árvores.
Era a hora do recreio, quando ouvimos barulho da viatura de polícia e em seguida, tiros.
Corremos para a nossa sala e olhamos para o pátio.
Todos os alunos correram e gritaram. Foi um susto horrível. Pior ainda foi que um dos tiros acertou um painel dentro da sala de leitura, que era aonde iríamos depois do recreio.
No outro dia, soubemos que os ladrões estavam sendo perseguidos pela polícia porque haviam acabado de assaltar uma panificadora. E era esse o motivo da perseguição.
Graças a Deus, escapamos de uma terrível tragédia em nossa escola.
AUTORA: JAMILA

EM FRENTE À ESCOLA - MARCOS ANTONIO

EM FRENTE À ESCOLA

Trata-se de um lugar muito legal para todos os alunos ficarem.
Mas acontece muita violência no local.
As brigas entre alunos são muito comuns.
Uma delas está ainda em minha lembrança. Foram seis meninas contra quatro.
Elas colocaram dois meninos para brigar e um foi tirar a camisa e o outro já deu um soco na cabeça e eu não achei graça nenhuma porque em frente à escola era para ser um lugar de paz, não de briga.
Agora alguns alunos ficam com medo de ficar lá na frente. Era para ser um lugar mais seguro e deveriam acabar de vez com essas brigas.
Se isso acontecesse, o lugar voltaria a ser de paz e alegria e ficaria tudo beleza, sem brigas ou discussões.

ALUNO; MARCOS ANTONIO

MEU SETOR TAMBÉM PRECISA DE UMA PRAÇA!! - VALDEIR COSTA DO AMARAL

MEU SETOR TAMBÉM PRECISA DE UMA PRAÇA!!
Um certo dia, eu e meus amigos combinamos de ir à praça do setor 01 bater um papo debaixo das árvores e sentar na sombra. Afinal, este é um bom programa para um dia de calor daqueles daqui da região Norte.
Combinamos de ir no sábado.
Mas daí fiquei pensando: “Não é justo sairmos daqui do Bairro Coqueiral para ir até a praça lá no setor 01. Era para termos um praça aqui também pois trata-se de um setor antigo”
Fiquei sabendo que o prefeito atual, antes de ser eleito para o seu segundo mandato, fez uma reunião com a comunidade local e falou que iríamos ter uma linda praça e que os moradores teriam orgulho de morar lá. Ela seria construída em cima de um local onde passa um esgoto e que o povo chama de buracão.
Infelizmente ele ganhou as eleições, mas a praça até hoje ainda não saiu do papel.
Mesmo assim, depois de pensar muito sobre o assunto, fomos à praça, mas ainda continuo achando que é muito longe.

AUTOR: VALDEIR COSTA DO AMARAL

UMA VISITA MUITO DIFERENTE!!! - RAFAEL MORENO RAMAZOTTI

UMA VISITA MUITO DIFERENTE!!!
Uma vez, eu e meus amigos estávamos passando em frente à prefeitura que tinha acabado de ser inaugurada. Acabado não, já fazia uma semana de inaugurada, mas isso não vem ao caso, voltando à história.
Já que estávamos ali em frente, decidimos entrar para ver como era o local.
Subimos as escadas, andamos no corredor. Um dos meus amigos, o Donizildo, precisou ir ao banheiro e fomos todos juntos com ele pois também começamos a sentir vontade de fazer xixi.
Nas janelas havia várias correntinhas.
O primeiro a pegar uma foi o Davi, depois todos os outros resolveram pegar também.
Não contentes em pegar daquele banheiro em que estávamos, decidimos visitar os outros banheiros e pegar as correntes também e fazer xixi novamente.
Demoramos tanto em sair de lá que a prefeitura fechou e ficamos presos lá dentro.
A solução foi sair por uma das janelas.
Quando conseguimos sair, percebemos que nossos bolsos estavam pesados. Eles estavam pesados de tanta corrente que pegamos dos banheiros!!!

AUTOR: RAFAEL MORENO RAMAZOTTI

CEMITÉRIO - MAICOM DOUGLAS PETIK

CEMITÉRIO

Para alguns, é a nossa segunda casa, para outros, é o fim da picada ou a hora de descansar em paz.
Há pessoas que têm medo só de olhar! Acreditam que os mortos podem sair de suas covas, seus túmulos e atacá-los.
Um velho senhor estava caminhando numa estrada longa e pouco movimentada.
Logo ali havia um cemitério com um grande e belo pé de manga. Lá, dois senhores estavam apanhando algumas mangas.
Satisfeitos com tantas mangas, resolveram sentar-se e dividir a colheita. E começaram:
_Uma pra ti, duas pra mim, duas pra ti, e três pra mim.
E assim prosseguiram.
Um senhor que passava por ali. Parou, pensou e ficou escutando. Assustado, entrou em desespero pensando que era o fim do mundo. Ele imaginou que eram Deus e o Diabo separando as almas.
Ele, assustado, chamou um amigo que morava próximo do local para ver o acontecido.
Chegando lá, o homem apavorado disse: _Eu não te falei? É o fim do mundo, não tem escapatória!
O amigo não quis escutar e resolveu ouvir a conversa dos dois mais de perto. No fundo, ele também estava com medo, mas não quis demonstrar. Chamou o outro e disse:
_Pare com isso! Eu não estou ouvindo nada, é você que está sonhando acordado!
É mas de repente, eles escutam algo. Eram os dois senhores novamente. Com o mesmo papo:
_Uma pra ti, uma pra mim, uma pra ti, uma pra mim.
Eles, assustados, paralisaram. O amigo disse:
_É mesmo!! Deus e o Diabo separando as almas!!
Os caras que dividiam as mangas olharam e viram que havia duas mangas bem maduras no galho que estava do lado de fora do muro do cemitério.Então um disse ao outro:
E aquelas duas lá do outro lado do muro?Parece que chegou a hora delas também. Vamos pegar para dividir.
Os dois caras que ouviam a conversa saíram numa pernada só. Até hoje eles não sabem o motivo de tanto desespero!!!

AUTOR: MAICOM DOUGLAS PETIK

SHOW SEM IDADE - CHAIANE S. MENEZES

SHOW SEM IDADE
Durante uma semana inteira, a cidade de Ariquemes fica em festa. A Expoari (Exposição Agropecuária de Ariquemes) acontece com muita exposição de comidas, bingos sorteios, mas os shows são os mais esperados com seus vários estilos de musicas.
Neste ano de 2010, um dos shows mais esperados era o da dupla Vitor e Leo. A arena lotou de pessoas para assistir ao show tão esperado.
Quando já estavam na metade do show, um dos cantores avistou uma senhora em cima do alambrado feliz e contente cantando as músicas. O cantor parou o show e disse:
_Alguém, por favor, traga esta senhora ao palco.
E ela ficou muito feliz por estar com seus ídolos.
Eles cantaram, dançaram e o cantor perguntou para ela:
_Você veio com quem?
_Com minhas filhas e netas
_Então quando acabar o show, encontro a senhora e sua família no camarim para tirarmos algumas fotos.
Aquela senhora ficou feliz pelo convite. Isso mostra que não existe idade para se divertir e aproveitar a vida.

AUTORA: CHAIANE S. MENEZES

HOJE EM DIA - CRISLAINE

HOJE EM DIA
Em uma tarde aparentemente normal, viemos para a escola, como um dia qualquer, não esperando nada de importante.
Quando chegou a hora do recreio, é claro, a melhor hora. Brincando, rindo e avistei muita gente em volta de um menino com o pé cortado. Havia muito sangue e eu curiosa, fui ver.
Antes disso, ouvi a sirene da polícia.
Continuei vendo o menino com o pé cortado, quando escutei tiros.
Nisso a bala do revólver dos bandidos passava no meio daquela gente toda que estava vendo o menino ensanguentado.
Todos ficaram assustados comentando e algumas pessoas chorando com medo de morrer porque a bala passou no rumo deles e se alojou na sala de leitura.
Será que não podemos mais brincar como antigamente?Olhem como está a nossa segurança hoje em dia!
Nos arredores das escolas existem bares onde há prostituição. Pontos onde se veem coisas bárbaras e isso prejudica muito os alunos.
É roubo, é violência que põe em risco a vida dos alunos e também pode influenciá-los a fazer as mesmas coisas.

AUTORA:

AS PRAÇAS DE ARIQUEMES- JULIANA DE MATOS REZENDE

AS PRAÇAS DE ARIQUEMES
A população ariquemense está feliz porque a atual administração resolveu arrumar a cidade. Como por exemplo, sinalizou as ruas, asfaltou alguns setores, arrumou algumas alamedas, fez uma nova prefeitura e várias pracinhas pela cidade.
Nos setores 1, 5 e 11 as praças são as mais frequentadas.
Uma pena que nos setores 2, 8 e 5, onde mais precisava de uma praça para a população se divertir e se exercitar, eles não fizeram nada, pelo menos por enquanto, não. Esperamos que não demore muito para que estes locais sejam contemplados com belas praças pois as pessoas que moram lá também merecem o conforto de ter uma praça perto de sua casa.
Apesar disso, podemos considerar um começo, pois Ariquemes está mais bonita e valorizada.
Agora sim podemos chamar Ariquemes de nossa cidade.

AUTORA: JULIANA DE MATOS REZENDE

sexta-feira, 25 de junho de 2010

ESTA É A FEFÊ



ESTA É A FEFÊ. ELA VEIO PARA A NOSSA CASA DEPOIS QUE O FRED, O
GATO DA MINHA FILHA SUMIU. FIQUEI COM PENA PORQUE ELE ERA UM BICHO MUITO ESPECIAL.
ACONTECE QUE A AMIGA DA MINHA FILHA DISSE QUE ERA UMA GATA LINDA E FOI AQUELA DECEPÇÃO QUANDO A VIMOS PORQUE É FEIA DEMAIS.
FOI DADO O NOME DE FEIA, FEFÊ PARA OS ÍNTIMOS.

A GAROTA DO BONEZINHO AMARELO

A GAROTA DO BONEZINHO AMARELO


Márcia era uma linda garota e todos a conheciam como a menina do bonezinho amarelo. Ela ganhou este apelido porque recebeu de presente de sua tia Maria um boné amarelo que não tirava da cabeça para nada.
Acontece que seu avô ficou doente, muito doente. Ele pegou Dengue. Isso aconteceu porque as pessoas do lugar onde eles moravam não cuidavam do meio ambiente. Jogavam lixo em qualquer lugar, deixavam água nas latas e tampinhas de refrigerante.
A mãe de Márcia quando soube da doença do avô, pediu que ela levasse água de coco e alguns comprimidos de Paracetamol para ele. Antes, porém, pediu que ela fosse durante o dia, pois se esperasse o sol se pôr, ela poderia também contrair dengue.
Márcia não ligou muito para as recomendações da mãe e ficou assistindo televisão até o entardecer.
Já anoitecia quando ela foi levar a encomenda para o vovô.
Chegando lá, entregou todas as coisas e voltou para casa.
Infelizmente, quinze dias depois, Márcia sentiu dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares, dores nas juntas, prostração e vermelhidão no corpo.
Sua mãe a levou imediatamente ao hospital, mas o quadro piorou e descobriram que ela havia pegado Dengue Hemorrágica.
Os médicos tentaram de tudo, porém Márcia não resistiu e faleceu.
Que pena! Agora a mãe de Márcia ficou somente com o bonezinho amarelo para matar a saudade! PROFESSORAS IVONETE E LINDAURA PARA O GESTAR II 16.11.2009

sexta-feira, 30 de abril de 2010

PROCURA-SE UMA ARARA AZUL(JÉSSICA NELLY,ANA PAULA, KAROLYNE HELLEN)

Procura-se uma arara azul
Cujo nome é Filó
Que pula de um pé só
Em cima do cipó.
Filó é sabida e um pouco atrevida
Ia no vizinho para roubar comida
Pobre ararinha...
Será que alguém come arara cozida?

PROCURA-SE UM BOTO ROSA(JAMILA)

Procura-se um Boto Rosa
Que morava no Rio Madeira
Ele era um boto esperto
Só pensava em brincadeira
Mas o rio acabou
Virou usina hidroelétrica
E o pobre Boto perdido.
Será que alguém pode dar um lar
Para aquele boto sabido?

Autora: Jamila - Nono "A"

*A aluna produziu o texto após o trabalho de leitura e interpretação do poema Classificados Poéticos de Roseana Murray.

terça-feira, 2 de março de 2010

BONEZINHO BLACK

BONEZINHO BLACK


Bonezinho Black era um menino muito desobediente. Gostava de fazer travessuras com os mais velhos e de judiar dos mais novos.
O que Bonezinho Black odiava fazer era ir ao supermercado.
Certo dia sua mãe o mandou ir ao mercado e deu lhe dinheiro para comprar verduras antes, porém recomendou a ele que não desse confiança a estranhos e que não deixasse para ir muito tarde.
Desobediente como ele era, deixou para ir bem de noite e, no meio do caminho, parou para falar com um velhinho muito estranho.
Bonezinho Black pensou no que a mãe havia falado, mas nem deu atenção, ficou conversando com o velhinho.
Depois de alguns minutos, percebeu que havia sido roubado pelo velhinho. Foi para casa contar e contou o que tinha acontecido para a mãe.
Ela ficou magoada com o filho, mas disse que era bom porque serviria de lição para ele aprender que deveria sempre obedecê-la.

Autoras:
Aline Raiane S. Campos
Cassiane Rosa de Jesus
Jorrana Oliveira da Silva

CHAPEUZINHO ROSA

CHAPEUZINHO ROSA

Era uma vez uma menina que usava um chapeuzinho rosa. Ela sempre visitava o seu pai e levava uma cesta cheia de frutas.
Num sábado, ela foi fazer uma visita a ele e a cesta era linda. Estava cheia maçãs, goiabas, abacaxis e peras. No meio do caminho, dois homens puxaram conversa com ela e tomaram a cesta e saíram correndo.
Quando Chapeuzinho Rosa chegou à casa do pai ele perguntou:
_Cadê as minhas frutas, Chapeuzinho? E ela respondeu:
_Pai, dois homens me pararam e levaram as frutas.
O pai ficou triste por ter ficado sem as deliciosas frutas, mas também ficou feliz, pois nada de ruim aconteceu a sua querida filha. Afinal, ele pode conseguir outras frutas, mas uma filha tão maravilhosa como Chapeuzinho Rosa seria difícil arranjar.

Autores: Yara Santos de Campos
Natali Castro de Barros
William Taffarel

domingo, 3 de janeiro de 2010



JOGADOR DE FUTEBOL

Amigos eu vou contar
A história de um menino
Que queria ser jogador
E também como é difícil
Jogar no exterior.

Havia um colega que tudo abandonou
Para tentar a vida em outro lugar
Um empresário ele arrumou
Que seu dinheiro só roubou
E na mão meu colega deixou.

Mãe e pai ele deixou
Chegando lá, no fundo do poço ficou
O sonho de ganhar dinheiro
Para a família ajudar
Que morava no Rio de Janeiro
Acabou ficando sem dinheiro.

Nesses tropeços da vida
Seus sonhos enfraqueceram
Mas ainda não morreram
Só sei dizer meus colegas
Que meu amigo já não tem
Mais tanta vontade de vencer.


O sofrimento fez meu amigo
Pensar que ia morrer
Naquele lugar ermo
Sem os pais poder ver
A mãe tinha falado para ele
Não ir para o exterior
Mas o sonho de comprar uma casa
Por sua mãe ele arriscou.

Chega ao fim essa história
De um garoto sonhador
Como qualquer garoto brasileiro
De brilhar no estrangeiro
Hoje vive feliz com seus pais
Apesar da casa simples
Ele tem tudo o que sempre quis.

AUTORES: Bruno da Silva Sousa
Ronaldo Aguiar Santos


DECEPÇÕES ENTRE AMIGAS

Vou apresentar para vocês
Uma história desleal
De amigas que se gostavam
Mas acabaram mal.

Eu e minha melhor amiga
Eu e meu namorado
Muito melhor seria
Se ela não estivesse do lado.

Acreditava muito nela
Mas ela me enganou
Traiu minha confiança
E a amizade acabou.

Amiga que é falsa
Não quero perto de mim
Quero distância dela
E de sua falsidade sem fim.

Contei pra ela todos os segredos
Eu abri meu coração
Mas ela era tão falsa
Que me deixou na mão.

Amiga que considerava irmã
Amiga que considerava a melhor
Depois do que ela fez
Foi considerada a pior.

Eu sempre fui alertada
Mas nunca quis entender
Preferi acreditar nela
Acabei por me surpreender.

Eu queria sumir
Pois estou envergonhada
Por você o tempo todo
Fiquei sendo enganada.



Dias se passaram
E ela então voltou
Disse espere, e aí
O arrependimento chegou.

Então as duas se abraçaram
E começaram a chorar
E assim todos disseram
Como é lindo perdoar.

Autoras: Aline Raiane dos S. Campos
Cassiane Rosa de Jesus
Jorrana de Oliveira da Silva

sábado, 2 de janeiro de 2010



A NOSSA ESCOLA

Anísio Teixeira com seus auxiliares
Para a vida inteira ajudando
Os alunos com suas carreiras.

Muitas brigas aqui têm
Mas isso não é problema para a FEBEM
E aqui deixamos essa mensagem
Para todos que lêem.

Aqui todos são estudiosos
Alguns são bagunceiros
Todos são amorosos.

Nesta escola todos têm educação
As famílias chegam e chamam a atenção
Dos professores, da diretora
De todos de forma acolhedora.

Na escola só tem gente obediente
A professora até elogia a família da gente
Os alunos ficam todos felizes
Encorajados, vão em frente.

A escola tem a melhor quadra
Porque aqui vêm várias pessoas
É a quadra mais movimentada
Aqui ficam todos numa boa.

Autores: Diogo Souza dos Santos
Max Rodrigues da Silva
William Tafareu Junqueira

A CHUVA INESQUECÍVEL

Em um dia de chuva
Comprei um guarda-chuva
E ao passar na praça
Passou uma gangue de briga.

Meu guarda-chuva quebrou
E a chuva me levou
De repente apareceu um cavalheiro
Que da chuva me tirou.

Me levou ao médico
E gastou 300 reais em remédio
De tanto tomar remédio
Tudo para mim virou um tédio.

Depois de tantos dias
De ter me ajudado
Ele então se tornou
O meu lindo namorado.

Trinta dias se passaram
E contei ao meu pai querido
O que realmente tinha acontecido
E ele ficou muito constrangido.

Mas depois aceitou e disse
Como pode um amor nascer
De um jeito tão esquisito?
Então pode namorar que eu permito.

Quando enfim eu estava
Totalmente recuperada
Resolvemos nos casar
Construímos uma casa para morar.

A casa era bem simples
Mas muito bem arrumada
Graças ao meu marido
Que sempre me ajudava.

Depois de três anos de casada
Fiquei grávida e tive uma filha
Que por sinal era muito paparicada
E nasceu debaixo de uma chuvarada.
Agradeço àquela chuva
Porque se não fosse por ela
Hoje não estaria vivendo
Um conto de Cinderela.

AUTORAS: Jamily Costa Pereira
Viviane Serra Menezes

AMIGAS DE CORAÇÃO

A todos vou contar
Uma história para chorar
A história de duas amigas
Que nunca iam se separar.

Um alto repentino
Fez as coisas atrapalhar
Como pode uma amizade
Tão linda assim acabar?

Tudo ia muito bem
A amizade bons frutos tinha
Até que um dia veio o pior
O que ninguém percebia.

Uma coisa inexplicável
Umas pessoas repentinas
Admiravam e invejavam
A amizade que elas tinham.

Como nenhuma das duas vigiava
A tentação logo chegou
As duas amigas então
Inimigas logo viraram.

E então separadas
Muito tempo se passou
As amigas solitárias
Por muito tempo choraram.

Os amigos indignados
Tentaram em vão ajudar
As duas amigas teimosas
Que não voltavam a se falar.

As mesmas pessoas que atrapalharam
Não paravam de atentar
Era fofoca e cochicho
Para lá e para cá.

Como as duas se gostavam
O gelo decidiram quebrar
E aquela linda amizade
Resolveram retomar.
Deixam para trás o passado
Voltaram a ser amigas
Amigas somente não
Irmãs de coração.

AUTORAS: Alessandra F.Belchior
Daniella de M. Santos

LEMBRANÇA DO SERTÃO
Um amigo do sertão
Que deixou muita solidão
Lembranças a contar
Que um dia eu estava lá.

Ele era muito bom
Tocava gado no sertão
Com seus burros a tropear
Muita cachaça pra tomar.

O berrante ia tocando
E o gado acompanhando
Passando dias e mais dias
À fazenda foi chegando.

Com muita emoção
Eu conto esta história
Porque amigo de verdade
Nunca te explora
Dá opinião, conselho e atenção.

Meu amigo estava num bar
Quando dois pistoleiros
Chegaram atirando
Veja, que história de horror!

Uma grande tragédia deixou
Meu amigo veio a morrer
Deixando lembranças a dizer
A justiça Deus irá fazer.

AUTOR: CLÁUDIO HENRIQUE M.A. DE OLIVEIRA.


A TERRÍVEL MORTE

Vou contar para vocês
O que aconteceu
Numa segunda-feira
Uma morte ocorreu.

Deu polícia, deu ladrão
Tenente e capitão
Uma morte que ficou marcada
Na memória da população.

Passaram alguns dias
A população se revoltou
Estenderam faixas
E a carreata começou.

Com tudo que aconteceu
Os ladrões não se entregaram
A polícia continuou
Atrás do cara que matou
O humilde pescador.

Ao passar em frente à casa
Vazia, sem morador
A população sentia
Um imenso terror.

Mas daí o ladrão se entregou
A população se alegrou
Com tudo o que aconteceu
A criminalidade acabou.

O tempo foi passando
A comunidade renovando
E os ladrões foram se entregando
E a comunidade em paz foi ficando.

A população em comunhão
Ficou livre do ladrão
E é por isso que eu conto agora
Esta história para a nossa população.

AUTORES: Fábio A. de Souza Soares
Janderson de O. Coutinho



UMA VIDA COMUM

Em um dia ensolarado
Minha mãe estendia roupa no varal
Muitas roupas, tantas roupas
Lá no fundo do quintal.

Eram tantas as roupas
Que quebrou o varal
Minha mãe ficou estressada
Acabou me dando um pau.

Eu fiquei com tanto ódio
Que não quis falar com ela
Meu pai chegou de viagem
Resolveu se separar dela.

Ficamos eu e meu pai
Morando numa casinha
Era uma casa bem velhinha
Porém arrumadinha.

Eu via meu pai chorando
De tão arrependido
Ele resolveu depois de um tempo
Pra ela fazer um pedido.

Ele foi a casa dela
E disse, mulher quer voltar comigo?
Estou pedindo desculpas
Vamos, pelo menos, ser amigos.

Desse dia em diante
Minha vida era comum
E não houve mais brigas
Em momento algum.

Depois de uma semana
Mamãe começou a ter desejo
Desejo e vontade
De comer coisas de verdade.


Nove meses se passaram
Uma nova vida nasceu
Uma garotinha e meu pai ficou vendo
Qual ele amava mais, se era ela ou eu.

Mas ele sabia que nós três
Éramos o amor da vida dele
E naquela casinha modesta
Vivemos nós três e ele.

Autoras: Ana Paula
Tatiane 8E

OS QUATRO BAGUNCEIROS

Escola Anísio Teixeira
Na sala do oitavo D
Havia quatro alunos
Que não deixavam ninguém ler.

Logo na primeira aula
Começaram as baderneiras
Rafael com suas doidices
Vinha com suas brincadeiras.

Leandro não agüentava
Começava a reclamar
Todo mundo rindo dele
Na direção a chorar.

Meuqui queria ser o santo
Quando a Silvana chegava
Ele ficava quieto
E ela logo desconfiava.

O Tafarel não faz as tarefas
Fica todo tempo a bagunçar
Todos os professores mandam
Na direção ele se explicar.

Aqui na sala não existe sossego
Todo tempo é um piseiro
Quando um começa a falar
Os professores entram em desespero.

Os professores ficam loucos
Dizemos que vamos melhorar
Enfim acaba o ano
E agora, quem ficará em nosso lugar?

Autores: Leandro A. dos Santos
Meuquizedeque S. Dos Santos
Rafael Silveira Mangueira

A LENDA DO SACI-PERERÊ
A história que vou contar
É do saci-pererê
É um moleque negrinho
Seu nome era Lelê.

Lelê era um menino sozinho
Andava muito tristinho
A única amizade dele
Era um pequeno porco-espinho.

O saci sempre gostava
De ficar à beira de um riacho
Com uma cesta em seu braço
Um pé só e um sapato.

Com alegria ele vivia
Na paz com seus guias
A esperança ele tinha
E suas gargalhadinhas.

Ele tinha uma perna só
Só andava de chinela
Fazendo arte e atrapalhando
Pessoas que mangavam dele.

Mas um dia ele quis andar direito
Esperança tinha no peito
Resolveu declarar sua vergonha
Afinal, quem não tem defeito?

Ele até conseguiu mudar
Só que ficava rodando
Pra lá e pra cá
Daquele jeito querendo irritar.

Minha história chegou ao fim
O saci falou pra mim
Que tinha acabado de lançar
Um furacão no jardim.

Autores: Daniel Tavares,
Rafael Pinheiro, Túlio Lima.



LUTANDO PELO SEU AMOR

Certo dia de um mês
Começamos a estudar
Velhos amigos reencontramos
Conversávamos sem parar.

Um dia descobrimos
Um grande amor de uma amiga
Ela era apaixonada
Mas nunca correspondida.

O rapaz pouco bonito
Sabia deste sentimento
Como não gostava dela
Zombava a todo tempo.

Um dia decidiu contar para uma pessoa
Mas contou para a pessoa errada
Todos da sala ficaram sabendo
E a macaca ficou armada.

Sem saber o que fazer
As amigas tentaram ajudar
Arrumaram várias confusões
Para a tristeza de seu coração tirar.

Grandes conflitos foram armados
Entre amigos e inimigos
Para tentar salvar
A donzela do coração partido.

Como não deu em nada
Acabamos esquecendo
Mas de vez em quando
Zoações vão aparecendo.

Agora ela e ele são amigos
Mas não conversam muito
Tentando esquecer
Esse amor tão profundo.



Agora o menino
Demorou mas percebeu
Que o amor que ela sentia
Aos poucos se perdeu.

Ainda gostando dele
Não deixa nada evidente
Para ninguém se lembrar
E começar tudo novamente

E mesmo assim ela vai levando
A vida sempre para frente
Com a cabeça levantada
Mesmo não estando contente.

Autoras: Ana Paula Silva Rocha
Keler Alves Frozza

FOTOS DOS LIVROS PRODUZIDOS PELAS TURMAS 8D e E

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

ALUNOS DO 8 E (Feira Cultural 20.11.2009)


Aqui estão alguns de nossos escritores. Parabéns, pessoal!!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

NOSSOS PEQUENOS LEITORES

Aqui, as crianças aproveitando para ler um pouco.

FEIRA CULTURAL NA ESCOLA ANÍSIO TEIXEIRA


Dia 20 de novembro realizamos a nossa feira cultural.
A feira contou com a contribuição dos alunos de primeira série até o terceiro ano do ensino médio.
Meus alunos dos oitavos anos D e E fizeram literatura de cordel. As histórias ficaram ótimas!