sábado, 11 de setembro de 2010

SOU IMPORTANTE, AGORA SEI! - CLEITOMAR NUNES FERRAZ DA LUZ

SOU IMPORTANTE, AGORA SEI!

Logo se via aquele guarda na esquina. Seu apito quase morrendo de tanto gritar.
O apito pensava:
_Ah, se eu pudesse ser outra coisa nessa cidade! Talvez um letreiro dizendo “BEM-VINDO Á ARIQUEMES” ou um semáforo.
E assim seria: PARE, é a vez de o outro passar.
Mas não era bem assim. Ficava gritando e ninguém o respeitava. Oh vida penosa, a dele!
O letreiro perguntou do que estava reclamando, que deveria estar feliz porque ajudava a evitar acidentes e contribuía com a paz no trânsito da cidade e que era para pensar bem e era para apreciar a rotatória, as flores, o gramado e as árvores do jardim central.
O apito pensou bem e viu que o letreiro tinha razão.
Encheu-se de ar e começou a apitar bem forte porque agora ele sabia que era importante, a cidade precisava dele e ele estava feliz em ajudar.

AUTOR: CLEITOMAR NUNES FERRAZ DA LUZ

POBREZA - KÊNIA CRISTINA PEREIRA ALVES

POBREZA
Certo dia eu ia passando juntamente com meu pai em frente a um restaurante na Avenida Canaã. Era um dia de domingo, dia de se divertir e sair com os amigos.
Estava conversando alegremente com meu pai quando vi uma criança de aproximadamente 8 anos revirando a lata de lixo.
Meu semblante mudou. Aquela cena me deixou reflexiva e não saia do meu pensamento.
Quando cheguei em casa, fui direto para meu quarto e fiquei imaginando o que aquele garotinho estaria procurando, seria comida?
Não sei ao certo. Só sei que muitas outras crianças fazem a mesma coisa nesta cidade.
Isso é sinal de pobreza, isso é sinal de desigualdade social. Se houvesse igualdade social certamente esses fatos lamentáveis não aconteceriam. Nossas crianças inocentes seriam poupadas de uma situação como esta.
Muitas pessoas veem situações como esta todos os dias e nem se importam, acham comum, normal ver uma criança procurando comida.
Será que estas pessoas não se sentem mal? Será que não se conscientizam de que isto está errado?Como conseguem dormir tranquilamente sabendo que poderiam fazer algo para ajudar estas crianças e não fizeram?
Eu não sei, só sei que não consigo dormir bem quando vejo uma cena como esta, de uma criança procurando o que comer no lixo.
A sociedade poderia fazer algo para ajudar essas crianças, é preciso se mexer para modificar a vida desses pequeninos.
AUTORA: KÊNIA CRISTINA PEREIRA ALVES

O PIOR JOGO - ANA PAULA BORGES, ANA PAULA OLIVEIRA E MAICOM DOUGLAS

O PIOR JOGO
Em uma tarde de domingo, eu e meus amigos fomos assistir a uma partida de futebol.
Quando chegamos lá, havia muitas pessoas e os jogadores já estavam na quadra jogando.
De repente, o goleiro deixou passar a bola.
Um torcedor começou a xingá-lo.
No final do jogo goleiro estava indo embora e aquele mesmo torcedor começou a agredi-lo.
A polícia chegou ao local e agrediu todos que estavam por perto e levaram o torcedor e o goleiro para a delegacia.
Chegando à delegacia, os policiais os levaram para falar com o delegado.
Esse caso foi levado ao juiz que juntamente com outros juizes e legisladores resolveram criar uma nova lei.
Neste projeto de lei todas as pessoas que não tiverem comportamento adequado dentro dos estádios e não agirem com educação, serão punidas. Podem ser punidas com até três anos de detenção.
Agora é só esperar e ver se a lei entra mesmo em vigor e esperamos que seja cumprida.

AUTORES: ANA PAULA BORGES, ANA PAULA OLIVEIRA E MAICOM DOUGLAS

UM TRÁGICO ACIDENTE - TATYANNE

UM TRÁGICO ACIDENTE
Tudo começou em uma segunda-feira, a escola Anísio Teixeira, em uma aula de Educação Física.
Os meninos estavam jogando bola e as meninas conversando.
Foi quando um trágico acidente aconteceu. Um menino que estava jogando bola deu um chute e caiu de cabeça no chão.
Todos que estavam ali ficaram assustados, depois acharam que o menino estava brincando, mas ele não levantou e os outros saíram correndo para ver o que tinha acontecido.
Quando chegaram perto do garoto, ele estava com os olhos fechados e não se mexia.
Rapidamente foram chamar o professor.
Ele veio e levantou o menino enquanto um outro garoto que estava perto foi chamar a ambulância.
Quando a ambulância chegou, levou o menino para o hospital e tudo acabou bem.

AUTORA: TATYANNE

PAZ, NEM DENTRO DE CASA - CRISLAINE E ANA CARLA OLIVEIRA

PAZ, NEM DENTRO DE CASA
Era noite de quarta-feira, estávamos na casa da Crislaine em uma simples confraternização.
Por volta da 22 horas, dois homens armados chegaram em uma moto preta e invadiram a casa.
Colocaram todos no chão e começou a sessão de terror.
Neste intervalo, mais famílias chegaram para a confraternização e também foram pegos pelos bandidos.
Junto com as pessoas que chegaram, estava meu amigo PM Jair que no momento em que viu aquela violência, sacou sua arma e a apontou para os bandidos.
Mas a arma dele falhou e ele levou três tiros deles sendo que um quase acertou lhe a coluna.
Os bandidos não ficaram contentes em balear uma pessoa atiraram também no marido da Crislaine que foi atingido no abdome.
Hoje em dia não temos paz nem dentro de casa, até reunir os amigos para uma confraternização é perigoso.

AUTORES: CRISLAINE E ANA CARLA OLIVEIRA

O NOVO TEMPO - EDUARDO, JANDERSON E JÚLIA

O NOVO TEMPO
Numa cidade distante, havia duas senhoras que se chamavam Jucalina e Jurandira.
A Jucalina descobriu um projeto realizado pela prefeitura que se chamava VIVA IDOSO, que beneficiava os idosos com exercícios físicos, hidroginástica, yoga e aula de dança.
Só que a Jurandira não praticava exercícios físicos e estava passando por graves problemas de saúde.
Resolveu perguntar para Jucalina se ela sabia o que fazer para parar com todos aqueles problemas. Ela respondeu:
_Pratico exercícios no projeto Viva Idoso. É por isso que não tenho os mesmos problemas que você, Jucalina. Quero que você venha comigo conhecer o projeto. Com certeza a sua vida vai mudar e para melhor!
No outro dia, jucalina foi conhecer o projeto e viu que seus problemas iam se resolver. Nesse mesmo dia começou a praticar os exercícios.
Depois de um ano, os problemas de saúde de jucalina estavam resolvidos e ela estava saudável novamente.
Será que daqui a cinquenta nossa prefeitura ainda terá este projeto que beneficia a população da terceira idade?
Esperamos que sim, pois seremos idosos e nos preocupamos com a nossa saúde. Queremos ter acesso a bons projetos também.
AUTORES: EDUARDO GOMES SILVA, JANDERSON DE OLIVEIRA COITINHO, JÚLIA S. DA SILVA.

CORAL DA CIDADANIA - CHAIANE, KAROLYNE, ÉRICA

CORAL DA CIDADANIA
A cidade de Ariquemes mudou. Juntamente com o crescimento vieram também os altos índices de violência e exploração sexual infantil, uso de drogas e bebidas alcoólicas.
A prefeitura pensando no bem estar da sociedade e de seu futuros cidadãos, implantou um projeto chamado PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), que visa a retirada dessas crianças da situação de risco em que se encontram e dar lhes um futuro melhor.
É um projeto que incentiva a prática de esportes, artesanato, corais e auxilia nos estudos.
Neste ano, no dia dos pais, 40 alunos do coral PETI se apresentaram para homenagear os pais. O local escolhido foi o centro administrativo Dr. Carpinteiro, ou seja, na Prefeitura municipal de Ariquemes e também no Banco do Brasil.
O objetivo da apresentação foi levar uma mensagem de amor e fé através das músicas apresentadas.
Foram escolhidas músicas de Caetano Veloso, Roberto Carlos, Erasmo Carlos e John Lennon.
A ideia é prepará-los para o futuro dando oportunidade para que tenham uma profissão e consequentemente conquistem o mercado de trabalho.

AUTORES: CHAIANE, KAROLYNE, ÉRICA

UM GAROTO CHORANDO - JOSIEL LOPES DA SILVA

UM GAROTO CHORANDO

Semanas atrás, na APA, um garoto se perdeu da mãe e ficou chorando no meio do pessoal que estava lá festejando.
Ele ficou chorando até que um homem parou e perguntou:
_ Por que você está chorando? Cadê a sua mãe?
Então o garoto respondeu:
_Eu me perdi de minha mãe!!
_Vamos até o palco pedir para anunciar que você está procurando a sua mãe.
E assim fizeram.
Meia hora depois, apareceu uma mulher que disse ser a mãe do menino e o levou embora para casa.

AUTOR: JOSIEL LOPES DA SILVA

RECICLAGEM EM ARIQUEMES - JAMILA, JULIANA E DIEGO

RECICLAGEM EM ARIQUEMES
Ariquemes agora está muito bonita e cresceu bastante, está mais valorizada mas por outro lado o crescimento trouxe problemas e dois deles são a poluição e o lixo.
Agora existe até uma lei que regulariza a coleta de lixo. Não podemos mais jogar as coisas na lixeira de qualquer jeito senão podemos até ser multados ou presos.
Seria melhor ainda se as pessoas se conscientizassem e não poluíssem o meio ambiente ajudando a cuidar da natureza.
Temos aqui um bom exemplo de pessoa que colabora, cuidando do ambiente. Trata-se de um senhor que sempre passa na rua da minha casa. Ele recolhe latas, papelão, garrafas pet etc.
Ele envia essas coisas para um lugar que recolhe e leva para a reciclagem.
Esse homem se chama Joel e é um exemplo para todos nós, pois se todos fizessem como ele, tenho certeza de que nossa cidade seria bem melhor e mais cuidada.

AUTORES: JAMILA, JULIANA E DIEGO

COISAS QUE ACONTECEM - ÉRICA MARIA LOPES

COISAS QUE ACONTECEM
Na sorveteria, ali na frente da escola, acontecem coisas inimagináveis.
Há um grande número de meninas que chegam à sorveteria quase na hora de entrar para a escola. Em vez de entrar, pegam as cadeiras e sentam.
Quando o sino toca, elas ainda estão sentadas e nem se importam em levantar e ir para a escola.
Depois que praticamente todos os alunos já estão dentro da sala, ai é que elas resolvem ir para o colégio.
Eu sei disso porque eu moro naquela sorveteria, em frente desse colégio.
Saio da minha casa e vejo essa situação, elas ficam conversando e ouvindo música bem numa boa.
Gostaria de saber o que elas pensam quando estão lá matando a aula. Será que imaginam que isso é bom, deveriam saber que não irá levá-las a nada.
Depois não passam de ano e perguntam o que fizeram para não passar nas provas? A resposta é só uma: mataram aula. Foi isso que fizeram.

AUTORA: ÉRICA MARIA LOPES

QUASE ACIDENTE- ANA PAULA BORGES

QUASE ACIDENTE

Um certo dia, eu e uma amiga e a mãe dela fomos lanchar.
Depois que lanchamos, ela foi ao setor 05, visitar uma amiga dela.
Nós passamos pela rotatória, mas quando chegamos à casa da amiga da mãe dela, ela não estava lá.
Durante o trajeto de volta, a mãe de minha amiga vinha falando sobre como dirigir o carro e como passar pela rotatória. Para quem não sabe rotatórias são uma novidade em nossa cidade, pois até pouco tempo não havia nenhuma por aqui.
De repente, o carro derrapou. Sorte nossa que àquela hora não estava passando nenhum carro porque certamente teria sido um acidente horrível.
Como falei, antes não havia essas rotatórias, mas agora já existem e elas são muito importantes na prevenção dos acidentes de trânsito.

AUTORA: ANA PAULA BORGES

A BRIGA - ANA PAULA OLIVEIRA

A BRIGA

Lá estavam todos eles, eram alunos de uma escola esperando pela briga de duas alunas que já haviam se estranhado no começo da semana.
Era uma quinta-feira e a briga tinha até nome, todos já sabiam quem seriam as briguentas.
Todos se reuniram em frente à escola. Era uma tarde linda, mas estava prestes a ser estragada por uma tragédia.
Uma delas estava furiosa, pois a outra havia ficado com seu namorado.
Uma saiu primeiro da sala e foi esperar lá fora da escola a outra sair.
Todos estavam ansiosos e uma grande multidão começa va a se formar.
A briga começou e uma das meninas ficou muito machucada. Infelizmente ninguém ali se prontificou em ajudar só queriam assistir ao “espetáculo”.
Uma professora que estava saindo da escola veio ajudar a garota que estava muito machucada.
Que tristeza senti ao ver a garota que estava sangrando. A agressora fugiu com seus colegas.
Afinal, o que leva duas meninas que têm um futuro pela frente a brigar a cometer algo tão cruel? São ou não são seres humanos?Porque se fossem seres humanos esperava se que elas resolvessem a situação com civilidade e não com agressão.

AUTORA: ANA PAULA OLIVEIRA

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

VARANDA OU ESCOLA? - CARLOS RODRIGUES DE SOUZA

VARANDA OU ESCOLA?
Lá é um lugar onde os alunos se reúnem para aprender, mas não é só isso o que eles fazem naquele lugar.
Antes da aula, eles conversam, chegam ao portão e em vez de entrar, ficam sentados do lado do mercado que fica em frente à escola numa varanda, numa escada de cimento com três degraus. Esta escada levava a uma sorveteria que fechou.
Agora todos os dias alguns alunos ficam conversando ali até bater o sino.
Depois disso, alguns deles entram e outros continuam ali sem ligar para o sino que já bateu e para aula que estão perdendo.
Depois de o sino ter batido há muito tempo, eles vão para o portão da escola tentando entrar. É como se eles achassem que a escola tem a obrigação de deixá-los entrar depois que o sino já bateu.
Bate o sino para a saída dos alunos, não passam dez segundos e lá vai aquele amontoado de alunos como se fosse um rebanho saindo pela porteira.
É um empurra, empurra danado. Aluno pisando em pé de aluno. É aluno empurrando o outro sem ligar para mais nada a não ser sair dali. É como se fossem animais presos tentando sair da jaula.
Quando enfim passam os alunos a pé, lá vem os de bicicleta como se estivessem apostando corrida para ver quem é que sai primeiro. Lá fora a corrida acaba e começa o trânsito de pessoas e bicicletas.
Do outro lado da rua alunos e seus amigos conversam embaixo da varanda, como se no mundo só existissem eles e mais ninguém como pais ou responsabilidades.
Assim quando não há mais nada para conversar, eles voltam para o mundo onde existem pais e responsabilidades.
Finalmente vão embora, mas já sabendo que no dia seguinte começa mais um dia de escola e varanda.

AUTOR: CARLOS RODRIGUES DE SOUZA

O TIROTEIO - JAMILA

Ano passado, estávamos eu e minhas amigas conversando na área da garagem dos funcionários da escola, que fica ali perto das árvores.
Era a hora do recreio, quando ouvimos barulho da viatura de polícia e em seguida, tiros.
Corremos para a nossa sala e olhamos para o pátio.
Todos os alunos correram e gritaram. Foi um susto horrível. Pior ainda foi que um dos tiros acertou um painel dentro da sala de leitura, que era aonde iríamos depois do recreio.
No outro dia, soubemos que os ladrões estavam sendo perseguidos pela polícia porque haviam acabado de assaltar uma panificadora. E era esse o motivo da perseguição.
Graças a Deus, escapamos de uma terrível tragédia em nossa escola.
AUTORA: JAMILA

EM FRENTE À ESCOLA - MARCOS ANTONIO

EM FRENTE À ESCOLA

Trata-se de um lugar muito legal para todos os alunos ficarem.
Mas acontece muita violência no local.
As brigas entre alunos são muito comuns.
Uma delas está ainda em minha lembrança. Foram seis meninas contra quatro.
Elas colocaram dois meninos para brigar e um foi tirar a camisa e o outro já deu um soco na cabeça e eu não achei graça nenhuma porque em frente à escola era para ser um lugar de paz, não de briga.
Agora alguns alunos ficam com medo de ficar lá na frente. Era para ser um lugar mais seguro e deveriam acabar de vez com essas brigas.
Se isso acontecesse, o lugar voltaria a ser de paz e alegria e ficaria tudo beleza, sem brigas ou discussões.

ALUNO; MARCOS ANTONIO

MEU SETOR TAMBÉM PRECISA DE UMA PRAÇA!! - VALDEIR COSTA DO AMARAL

MEU SETOR TAMBÉM PRECISA DE UMA PRAÇA!!
Um certo dia, eu e meus amigos combinamos de ir à praça do setor 01 bater um papo debaixo das árvores e sentar na sombra. Afinal, este é um bom programa para um dia de calor daqueles daqui da região Norte.
Combinamos de ir no sábado.
Mas daí fiquei pensando: “Não é justo sairmos daqui do Bairro Coqueiral para ir até a praça lá no setor 01. Era para termos um praça aqui também pois trata-se de um setor antigo”
Fiquei sabendo que o prefeito atual, antes de ser eleito para o seu segundo mandato, fez uma reunião com a comunidade local e falou que iríamos ter uma linda praça e que os moradores teriam orgulho de morar lá. Ela seria construída em cima de um local onde passa um esgoto e que o povo chama de buracão.
Infelizmente ele ganhou as eleições, mas a praça até hoje ainda não saiu do papel.
Mesmo assim, depois de pensar muito sobre o assunto, fomos à praça, mas ainda continuo achando que é muito longe.

AUTOR: VALDEIR COSTA DO AMARAL

UMA VISITA MUITO DIFERENTE!!! - RAFAEL MORENO RAMAZOTTI

UMA VISITA MUITO DIFERENTE!!!
Uma vez, eu e meus amigos estávamos passando em frente à prefeitura que tinha acabado de ser inaugurada. Acabado não, já fazia uma semana de inaugurada, mas isso não vem ao caso, voltando à história.
Já que estávamos ali em frente, decidimos entrar para ver como era o local.
Subimos as escadas, andamos no corredor. Um dos meus amigos, o Donizildo, precisou ir ao banheiro e fomos todos juntos com ele pois também começamos a sentir vontade de fazer xixi.
Nas janelas havia várias correntinhas.
O primeiro a pegar uma foi o Davi, depois todos os outros resolveram pegar também.
Não contentes em pegar daquele banheiro em que estávamos, decidimos visitar os outros banheiros e pegar as correntes também e fazer xixi novamente.
Demoramos tanto em sair de lá que a prefeitura fechou e ficamos presos lá dentro.
A solução foi sair por uma das janelas.
Quando conseguimos sair, percebemos que nossos bolsos estavam pesados. Eles estavam pesados de tanta corrente que pegamos dos banheiros!!!

AUTOR: RAFAEL MORENO RAMAZOTTI

CEMITÉRIO - MAICOM DOUGLAS PETIK

CEMITÉRIO

Para alguns, é a nossa segunda casa, para outros, é o fim da picada ou a hora de descansar em paz.
Há pessoas que têm medo só de olhar! Acreditam que os mortos podem sair de suas covas, seus túmulos e atacá-los.
Um velho senhor estava caminhando numa estrada longa e pouco movimentada.
Logo ali havia um cemitério com um grande e belo pé de manga. Lá, dois senhores estavam apanhando algumas mangas.
Satisfeitos com tantas mangas, resolveram sentar-se e dividir a colheita. E começaram:
_Uma pra ti, duas pra mim, duas pra ti, e três pra mim.
E assim prosseguiram.
Um senhor que passava por ali. Parou, pensou e ficou escutando. Assustado, entrou em desespero pensando que era o fim do mundo. Ele imaginou que eram Deus e o Diabo separando as almas.
Ele, assustado, chamou um amigo que morava próximo do local para ver o acontecido.
Chegando lá, o homem apavorado disse: _Eu não te falei? É o fim do mundo, não tem escapatória!
O amigo não quis escutar e resolveu ouvir a conversa dos dois mais de perto. No fundo, ele também estava com medo, mas não quis demonstrar. Chamou o outro e disse:
_Pare com isso! Eu não estou ouvindo nada, é você que está sonhando acordado!
É mas de repente, eles escutam algo. Eram os dois senhores novamente. Com o mesmo papo:
_Uma pra ti, uma pra mim, uma pra ti, uma pra mim.
Eles, assustados, paralisaram. O amigo disse:
_É mesmo!! Deus e o Diabo separando as almas!!
Os caras que dividiam as mangas olharam e viram que havia duas mangas bem maduras no galho que estava do lado de fora do muro do cemitério.Então um disse ao outro:
E aquelas duas lá do outro lado do muro?Parece que chegou a hora delas também. Vamos pegar para dividir.
Os dois caras que ouviam a conversa saíram numa pernada só. Até hoje eles não sabem o motivo de tanto desespero!!!

AUTOR: MAICOM DOUGLAS PETIK

SHOW SEM IDADE - CHAIANE S. MENEZES

SHOW SEM IDADE
Durante uma semana inteira, a cidade de Ariquemes fica em festa. A Expoari (Exposição Agropecuária de Ariquemes) acontece com muita exposição de comidas, bingos sorteios, mas os shows são os mais esperados com seus vários estilos de musicas.
Neste ano de 2010, um dos shows mais esperados era o da dupla Vitor e Leo. A arena lotou de pessoas para assistir ao show tão esperado.
Quando já estavam na metade do show, um dos cantores avistou uma senhora em cima do alambrado feliz e contente cantando as músicas. O cantor parou o show e disse:
_Alguém, por favor, traga esta senhora ao palco.
E ela ficou muito feliz por estar com seus ídolos.
Eles cantaram, dançaram e o cantor perguntou para ela:
_Você veio com quem?
_Com minhas filhas e netas
_Então quando acabar o show, encontro a senhora e sua família no camarim para tirarmos algumas fotos.
Aquela senhora ficou feliz pelo convite. Isso mostra que não existe idade para se divertir e aproveitar a vida.

AUTORA: CHAIANE S. MENEZES

HOJE EM DIA - CRISLAINE

HOJE EM DIA
Em uma tarde aparentemente normal, viemos para a escola, como um dia qualquer, não esperando nada de importante.
Quando chegou a hora do recreio, é claro, a melhor hora. Brincando, rindo e avistei muita gente em volta de um menino com o pé cortado. Havia muito sangue e eu curiosa, fui ver.
Antes disso, ouvi a sirene da polícia.
Continuei vendo o menino com o pé cortado, quando escutei tiros.
Nisso a bala do revólver dos bandidos passava no meio daquela gente toda que estava vendo o menino ensanguentado.
Todos ficaram assustados comentando e algumas pessoas chorando com medo de morrer porque a bala passou no rumo deles e se alojou na sala de leitura.
Será que não podemos mais brincar como antigamente?Olhem como está a nossa segurança hoje em dia!
Nos arredores das escolas existem bares onde há prostituição. Pontos onde se veem coisas bárbaras e isso prejudica muito os alunos.
É roubo, é violência que põe em risco a vida dos alunos e também pode influenciá-los a fazer as mesmas coisas.

AUTORA:

AS PRAÇAS DE ARIQUEMES- JULIANA DE MATOS REZENDE

AS PRAÇAS DE ARIQUEMES
A população ariquemense está feliz porque a atual administração resolveu arrumar a cidade. Como por exemplo, sinalizou as ruas, asfaltou alguns setores, arrumou algumas alamedas, fez uma nova prefeitura e várias pracinhas pela cidade.
Nos setores 1, 5 e 11 as praças são as mais frequentadas.
Uma pena que nos setores 2, 8 e 5, onde mais precisava de uma praça para a população se divertir e se exercitar, eles não fizeram nada, pelo menos por enquanto, não. Esperamos que não demore muito para que estes locais sejam contemplados com belas praças pois as pessoas que moram lá também merecem o conforto de ter uma praça perto de sua casa.
Apesar disso, podemos considerar um começo, pois Ariquemes está mais bonita e valorizada.
Agora sim podemos chamar Ariquemes de nossa cidade.

AUTORA: JULIANA DE MATOS REZENDE

sexta-feira, 25 de junho de 2010

ESTA É A FEFÊ



ESTA É A FEFÊ. ELA VEIO PARA A NOSSA CASA DEPOIS QUE O FRED, O
GATO DA MINHA FILHA SUMIU. FIQUEI COM PENA PORQUE ELE ERA UM BICHO MUITO ESPECIAL.
ACONTECE QUE A AMIGA DA MINHA FILHA DISSE QUE ERA UMA GATA LINDA E FOI AQUELA DECEPÇÃO QUANDO A VIMOS PORQUE É FEIA DEMAIS.
FOI DADO O NOME DE FEIA, FEFÊ PARA OS ÍNTIMOS.

A GAROTA DO BONEZINHO AMARELO

A GAROTA DO BONEZINHO AMARELO


Márcia era uma linda garota e todos a conheciam como a menina do bonezinho amarelo. Ela ganhou este apelido porque recebeu de presente de sua tia Maria um boné amarelo que não tirava da cabeça para nada.
Acontece que seu avô ficou doente, muito doente. Ele pegou Dengue. Isso aconteceu porque as pessoas do lugar onde eles moravam não cuidavam do meio ambiente. Jogavam lixo em qualquer lugar, deixavam água nas latas e tampinhas de refrigerante.
A mãe de Márcia quando soube da doença do avô, pediu que ela levasse água de coco e alguns comprimidos de Paracetamol para ele. Antes, porém, pediu que ela fosse durante o dia, pois se esperasse o sol se pôr, ela poderia também contrair dengue.
Márcia não ligou muito para as recomendações da mãe e ficou assistindo televisão até o entardecer.
Já anoitecia quando ela foi levar a encomenda para o vovô.
Chegando lá, entregou todas as coisas e voltou para casa.
Infelizmente, quinze dias depois, Márcia sentiu dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares, dores nas juntas, prostração e vermelhidão no corpo.
Sua mãe a levou imediatamente ao hospital, mas o quadro piorou e descobriram que ela havia pegado Dengue Hemorrágica.
Os médicos tentaram de tudo, porém Márcia não resistiu e faleceu.
Que pena! Agora a mãe de Márcia ficou somente com o bonezinho amarelo para matar a saudade! PROFESSORAS IVONETE E LINDAURA PARA O GESTAR II 16.11.2009

sexta-feira, 30 de abril de 2010

PROCURA-SE UMA ARARA AZUL(JÉSSICA NELLY,ANA PAULA, KAROLYNE HELLEN)

Procura-se uma arara azul
Cujo nome é Filó
Que pula de um pé só
Em cima do cipó.
Filó é sabida e um pouco atrevida
Ia no vizinho para roubar comida
Pobre ararinha...
Será que alguém come arara cozida?

PROCURA-SE UM BOTO ROSA(JAMILA)

Procura-se um Boto Rosa
Que morava no Rio Madeira
Ele era um boto esperto
Só pensava em brincadeira
Mas o rio acabou
Virou usina hidroelétrica
E o pobre Boto perdido.
Será que alguém pode dar um lar
Para aquele boto sabido?

Autora: Jamila - Nono "A"

*A aluna produziu o texto após o trabalho de leitura e interpretação do poema Classificados Poéticos de Roseana Murray.

terça-feira, 2 de março de 2010

BONEZINHO BLACK

BONEZINHO BLACK


Bonezinho Black era um menino muito desobediente. Gostava de fazer travessuras com os mais velhos e de judiar dos mais novos.
O que Bonezinho Black odiava fazer era ir ao supermercado.
Certo dia sua mãe o mandou ir ao mercado e deu lhe dinheiro para comprar verduras antes, porém recomendou a ele que não desse confiança a estranhos e que não deixasse para ir muito tarde.
Desobediente como ele era, deixou para ir bem de noite e, no meio do caminho, parou para falar com um velhinho muito estranho.
Bonezinho Black pensou no que a mãe havia falado, mas nem deu atenção, ficou conversando com o velhinho.
Depois de alguns minutos, percebeu que havia sido roubado pelo velhinho. Foi para casa contar e contou o que tinha acontecido para a mãe.
Ela ficou magoada com o filho, mas disse que era bom porque serviria de lição para ele aprender que deveria sempre obedecê-la.

Autoras:
Aline Raiane S. Campos
Cassiane Rosa de Jesus
Jorrana Oliveira da Silva

CHAPEUZINHO ROSA

CHAPEUZINHO ROSA

Era uma vez uma menina que usava um chapeuzinho rosa. Ela sempre visitava o seu pai e levava uma cesta cheia de frutas.
Num sábado, ela foi fazer uma visita a ele e a cesta era linda. Estava cheia maçãs, goiabas, abacaxis e peras. No meio do caminho, dois homens puxaram conversa com ela e tomaram a cesta e saíram correndo.
Quando Chapeuzinho Rosa chegou à casa do pai ele perguntou:
_Cadê as minhas frutas, Chapeuzinho? E ela respondeu:
_Pai, dois homens me pararam e levaram as frutas.
O pai ficou triste por ter ficado sem as deliciosas frutas, mas também ficou feliz, pois nada de ruim aconteceu a sua querida filha. Afinal, ele pode conseguir outras frutas, mas uma filha tão maravilhosa como Chapeuzinho Rosa seria difícil arranjar.

Autores: Yara Santos de Campos
Natali Castro de Barros
William Taffarel

domingo, 3 de janeiro de 2010



JOGADOR DE FUTEBOL

Amigos eu vou contar
A história de um menino
Que queria ser jogador
E também como é difícil
Jogar no exterior.

Havia um colega que tudo abandonou
Para tentar a vida em outro lugar
Um empresário ele arrumou
Que seu dinheiro só roubou
E na mão meu colega deixou.

Mãe e pai ele deixou
Chegando lá, no fundo do poço ficou
O sonho de ganhar dinheiro
Para a família ajudar
Que morava no Rio de Janeiro
Acabou ficando sem dinheiro.

Nesses tropeços da vida
Seus sonhos enfraqueceram
Mas ainda não morreram
Só sei dizer meus colegas
Que meu amigo já não tem
Mais tanta vontade de vencer.


O sofrimento fez meu amigo
Pensar que ia morrer
Naquele lugar ermo
Sem os pais poder ver
A mãe tinha falado para ele
Não ir para o exterior
Mas o sonho de comprar uma casa
Por sua mãe ele arriscou.

Chega ao fim essa história
De um garoto sonhador
Como qualquer garoto brasileiro
De brilhar no estrangeiro
Hoje vive feliz com seus pais
Apesar da casa simples
Ele tem tudo o que sempre quis.

AUTORES: Bruno da Silva Sousa
Ronaldo Aguiar Santos


DECEPÇÕES ENTRE AMIGAS

Vou apresentar para vocês
Uma história desleal
De amigas que se gostavam
Mas acabaram mal.

Eu e minha melhor amiga
Eu e meu namorado
Muito melhor seria
Se ela não estivesse do lado.

Acreditava muito nela
Mas ela me enganou
Traiu minha confiança
E a amizade acabou.

Amiga que é falsa
Não quero perto de mim
Quero distância dela
E de sua falsidade sem fim.

Contei pra ela todos os segredos
Eu abri meu coração
Mas ela era tão falsa
Que me deixou na mão.

Amiga que considerava irmã
Amiga que considerava a melhor
Depois do que ela fez
Foi considerada a pior.

Eu sempre fui alertada
Mas nunca quis entender
Preferi acreditar nela
Acabei por me surpreender.

Eu queria sumir
Pois estou envergonhada
Por você o tempo todo
Fiquei sendo enganada.



Dias se passaram
E ela então voltou
Disse espere, e aí
O arrependimento chegou.

Então as duas se abraçaram
E começaram a chorar
E assim todos disseram
Como é lindo perdoar.

Autoras: Aline Raiane dos S. Campos
Cassiane Rosa de Jesus
Jorrana de Oliveira da Silva

sábado, 2 de janeiro de 2010



A NOSSA ESCOLA

Anísio Teixeira com seus auxiliares
Para a vida inteira ajudando
Os alunos com suas carreiras.

Muitas brigas aqui têm
Mas isso não é problema para a FEBEM
E aqui deixamos essa mensagem
Para todos que lêem.

Aqui todos são estudiosos
Alguns são bagunceiros
Todos são amorosos.

Nesta escola todos têm educação
As famílias chegam e chamam a atenção
Dos professores, da diretora
De todos de forma acolhedora.

Na escola só tem gente obediente
A professora até elogia a família da gente
Os alunos ficam todos felizes
Encorajados, vão em frente.

A escola tem a melhor quadra
Porque aqui vêm várias pessoas
É a quadra mais movimentada
Aqui ficam todos numa boa.

Autores: Diogo Souza dos Santos
Max Rodrigues da Silva
William Tafareu Junqueira