quarta-feira, 28 de janeiro de 2015



OS INOCENTES  Janeiro/2010 - 04:56

Tudo começou no Country
Dois traficantes a conversar
Até viraram amigos
Começaram a roubar.

Roubaram três bolsas de dinheiro
Correram pela Canaã
Polícia atrás tentando impedir
Trocaram tiros até de manhã.

Os bandidos atiraram
A polícia revidou
Acertou no pé do cara
Mesmo assim ele não parou.

Continuou correndo e até cansou
A polícia foi atrás
Correndo no meio da mata
Não viu nada depois de meia hora.

Mas um policial olhou numa moita
Que não tinha vasculhado
Quase que não percebeu
O bandido estava do lado.

A reportagem filmando
O pessoal gritando de alegria
Queriam o ladrão morto
Ele quase matou sua família de susto.

Quando o resgate chegou
O dinheiro estava dentro do tênis
Levaram para a delegacia
E devolveram para o dono.

Não acharam mais dinheiro
Porque os bandidos sem consideração
Jogaram pelas ruas
Fazendo piseiro.


A arma os policiais recuperaram
Por sorte, não houve muitos feridos
Somente um dos bandidos
Foi no pé, não era grave.

Ele ficou tonto e não correu
Mas o outro, foi esperto e se escondeu
O ferido, foi parar no hospital
E agora já sabe que vai se dar mal.

AUTORES: Eduardo Gomes da Silva
Elen Priscila dos A.Maciano
Hugo W.da Silva

terça-feira, 12 de agosto de 2014

9ºA - Olimpíadas de Língua Portuguesa 2014



 Velho Vandalista
            Pelas ruelas de uma pacata cidade, circulava um indivíduo alto de aparência rude ,no qual era percebida a barba rala e grisalha que percorria seu queixo.Ele estava indo até um perímetro cego ,na frente de um colégio,no qual ele mesmo trabalhou .Lá ele era um diretor respeitado a princípio.Esperava a hora certa para pular a vitima material de seu manifesto.
            Há um tempo atrás,mais precisamente,há um ano,ele estava lá,no feriado,bêbado depois de uma tensa briga com sua esposa.Estava visivelmente alterado e insano procurando um canivete que era mantido no fundo de uma das gavetas da diretoria.
            Em sua mente passavam coisas que eram sombrias, um sentimento de culpa ,de vontade de acabar com a própria vida.Ele segurava o canivete pensando o que fazer: tirar a própria  vida ou não ?
            Ele dormiu junto ao canivete  e de manhã, a zeladora o encontrou  e sem pestanejar ,chamou a polícia. Um dia  de prisão lhe custou a família a qual ele não mais conseguiria recuperar ou se recuperasse,não iria ter seu respeito novamente.
            E no presente ali estava ele,com latas de spray tentando se vingar do seu antigo lugar de trabalho,ou apenas tentar deixar sua marca.Mas ainda seria um fracassado,não havia  nada a  fazer.
            Depois do ato, ele seguiu atormentado até sua residência, mas antes de chegar lá, sua vida perdeu, em um bar no qual o vício que ele escreveu nas paredes o consumiu. O seu corpo e sua alma, sem ver o sorriso de alegria que tanto queria ver de sua família. Apenas o sombrio desespero de não ser aceito depois do erro.  (Beatriz Procópio Peris)



Treinando para a faculdade
            Domingo à noite, Daniel e Luce estavam na casa de Penny planejando fazer algo radical, embora  estivessem prestes a entrar  para a faculdade e correndo risco de serem pegos por vandalismo ou algo assim. Mesmo nunca tendo envolvimento com drogas, jamais feito vandalismo ou até mesmo nunca ter respondido aos pais.
            No fim da discussão, Penny deu a ideia de defender os usuários de drogas, assustados Daniel e Luce se entreolharam. Por fim Daniel disse:
            - Penny,você está bem? Como assim?! Além de vandalismo, vamos defender usuários de drogas? Enlouqueceu?
            - Daniel, pense, nunca fizemos nada de errado! E mesmo sendo usuários, merecem respeito.
            Luce que estava indecisa se manifestou:
            - Ok, vamos fazer isso, ninguém vai desconfiar de nós.
            Daniel meio contrariado concordou.
            Na segunda-feira, às 11horas, os três chegaram à escola escolhida: Anísio Teixeira. A escolha foi porque o sobrenome do sobrinho de Luce é Teixeira.
            Quando Daniel conseguiu pular o muro, era a vez de Penny, que travou no meio do caminho de pular. Daniel sempre desconfiado e preocupado disse:
            - O que foi Penny? Amarelou?! – Daniel zombou -  A ideia foi sua Penny! E ela, um pouco constrangida, disse:
            - Estou com medo, poxa! E se tiver câmera?
             Luce que já estava  cansada daquilo, disse:
            - Pula desse muro logo, Penny! Você realmente acha que aqui tem câmera?
        Depois de uma breve discussão, todos estavam dentro do pátio da escola. Então começaram com a pichação. Luce toda sem noção escreveu um nome qualquer no palco, enquanto Penny escrevia para legalizar a maconha e Daniel pedia respeito.
            No final deram um abraço triplo e prometeram que iam fazer de novo, alguns anos depois, porque brasileiro também tinha direito de “protestar”. Foram embora rindo e se sentido rebeldes. (Ludmylla Mira)


A pichação
Em plena terça-feira, funcionários e alunos ao retornarem à escola, depois de um feriado prolongado, se depararam com uma cena inusitada, baderneiros haviam invadido a escola para fazer pichações nas quais os mesmos faziam referências às drogas.
A pichação por si só já chama atenção por se tratar de um crime, mas o que mais causa espanto é o fato de os baderneiros em suas pichações defenderem a legalização das drogas no Brasil, drogas essas que só trazem malefícios tanto para quem as utiliza como para a sociedade, essa atitude inconsequente por parte dos pichadores só reafirma isso.
A escola que deveria inspirar respeito, por se tratar de um ambiente que tem por objetivo formar cidadãos de bem, sofre as consequências de uma juventude que está cada vez mais afastada dos bons costumes da sociedade e do respeito para com o próximo.
            Se o que eles queriam é chamar a atenção, conseguiram! O horror está   estampado nas paredes da escola, não há como não reparar. (Caroline Grossl)


                                   Os maconheiros
       No domingo dia 20, eu e meus colegas estávamos em casa sem fazer nada e então surgiu a ideia de pichar algum lugar.
       Vinicios sugeriu que pichássemos a escola Anísio Teixeira, porque todos têm que ter mais respeito com os maconheiros.  Pensei “até que Vinicios tem razão”, falei para ele chamar a galera.
            Chegamos  à escola,os moleques começaram a rabiscar as paredes, mas aqueles moleques pareciam que não sabiam escrever direito, isso me deu uma raiva. Deixei eles escrever e fiquei só de tocaia para ver se alguém aparecia. Eles queriam escrever na escola inteira, mas eu falei que era melhor nós irmos para outro lugar, porque ali é cheio de câmeras, então eles concordaram.
            Nós pulamos o muro e fomos para o Setor 10. Até que  que valeu a pena porque penso  que temos que deixar nossa marca por onde passamos.( Gabrielle Cristina Zimmer Silva)



Vandalismo   
             Hoje, na escola os muros estavam todos pichados, algo do tipo "LEGALIZE 4.20".  Até onde eu sei '4.20'é o significado para a maconha. Com plena certeza os pichadores são usuários de maconha, por isso querem que seja legalizada. Não tenho nada contra os maconheiros, mas danificar um patrimônio público é crime, seja em escolas, prédios, estátuas Não se deve fazer isso sem a autorização. Grafite é uma coisa, pichação é outra e bem diferente. Deveria haver câmeras para flagrar os indivíduos e assim, ter uma pena merecedora. (Gabrielle Cristina Zimmer Silva)

Pichação
            A preocupação sobre a pichação em nossa escola é muito grande. Não só os alunos, mas também os professores se indignam com o essa situação. Muitas pessoas vão à noite, nos fins-de-semana e nos feriados, para danificar a instalação, roubar equipamentos e pichar a escola e se continuar assim vão começar a ir às escolas para assaltar,coisa muito ridícula já que somos todos um só e devíamos nos preocupar com o  lugar  em que estudamos.
            Geralmente a escola é desorganizada, há falta de professores, há falta  de funcionários, há falta de material, e há falta de tudo ! Mas, lá se exige organização dos alunos, numa total oposição entre aquilo que oferece e aquilo que exige. Para solucionar o problema da indisciplina, da violência, da pichação, geralmente, se propõe aumentar a vigilância, aumentar a segurança da escola, ampliar as normas e regulamentos.
            Contudo, indisciplina, violência, desrespeito e pichação vêm aumentando frequentemente, tanto em escola com rígido esquema de vigilância, de segurança e de punição, quanto naquelas onde há ausência quase total de tais normas. (Silvia Xavier)


A PICHAÇÂO NA ESCOLA
            Hoje eu cheguei à escola, no mesmo horário de sempre fiquei chocada quando me deparei com um vandalismo que aconteceu, a escola estava toda pichada de spray, eu acho isso um horror, por que a escola è a nossa segunda casa e nós devemos cuidar muito bem dela.
             A direção da escola não sabe quem foi o autor desse grande acontecimento, no meu caso eu iria pedir para o governo mandar umas câmeras para a escola para pôr nas salas e no pátio para que não voltem a ocorrer casos como esse novamente e para descobrir quem foi e poder puni-lo como  merece, porque a justiça tem que ser feita, esse é o meu modo de pensar.(Geyciele Gates Honório)


Vandalismo
            Na noite do dia vinte de abril de dois mil e quatorze, por volta das vinte e duas horas , na escola Anísio Teixeira, sem que ninguém percebesse um grupo invadiu a escola fazendo pichações por quase todas as paredes.
            E no dia vinte dois de abril, quando retornamos à escola, depois de um longo feriado, nos deparamos com aquela cena horrível.
            Nomes e letras sem o menor sentido e todos os alunos ficaram horrorizados com aquele ato de vandalismo.
            Eu penso da seguinte forma: pessoas que fazem isso não têm o menor respeito com o patrimônio público.
Sou totalmente contra sobre qualquer tipo de vandalismo, não é arte, mas sim um crime.  (Savana Dias Lopés)

O vandalismo
            Na madrugada de segunda para terça-feira, em pleno feriado nacional, às 03h30min da madrugada, a Gangue do Boné Rosa invadiu a Escola de Ensino Fundamental e Médio Anísio Teixeira, picharam as paredes e quebraram cadeiras e mesas, deixaram várias palavras nas paredes dizendo para liberar a maconha conhecida também como “4:20”. Este fato aconteceu devido ao governo ter tirado o guarda da escola, que poderia ter evitado este acontecimento, caso, ele estivesse presente.
            Mas com toda essa confusão realizada pela Gangue do Boné Rosa, ainda existe uma esperança, em que essa gangue pague pelos seus crimes e que a escola volte a ser um local onde somente pessoas do bem possam frequentar e estudar para garantir um futuro melhor. (Viviane de Souza Moraes)


PICHAÇÕES
             Em uma noite de sábado, eram umas duas horas da manhã, quando dois garotos pularam o muro de uma escola e começaram a pichar as paredes das salas, escreveram coisas feias e escreveram palavras obscenas.
            O que será que pensam esses pichadores?
            Será que fazem isso apenas por diversão?
            O que fizeram nessa escola foi péssimo  porque picharam patrimônio Público e isso nunca se deve fazer.
            Existem vários tipos de pichações, algumas até bonitas, algumas com caricaturas, outras com traços significativos. Alguns fazem isso para se expressarem, mas outros picham apenas por pichar sem motivos algum, e o que fizeram na escola foi um ato de vandalismo, o que está faltando nessas pessoas que ficam pichando é um pouco mais de sabedoria. (Valeria Caroline )

Pichação na escola
            Nos tempos antigos não existia a pichação. Foram entrando os tempos modernos e as dificuldades foram aumentando; claro que o tempo moderno está melhor. Bom, não sabem se foi de dia ou à noite, que o culpado disso, e nem o dia da semana e nem o horário do dia, mas de uma coisa nos sabemos alguém foi o culpado disso.
            Como a união faz a força, juntos conseguiremos achar o culpado procuraremos a justiça. E nessa cautela conseguiremos de novo a dignidade  do nosso Brasil os tempos das rivalidades dos vândalos estão aumentando cada vez mais. Com esse vandalismo podemos citar: o roubo, as pichações, a violência, mau caráter e assim por diante.
            Podemos observar que ate na escola roubam seus computadores; isso è porque são deles imagina se não fosse. Se as leis do nosso Brasil não fosse tão mal elaboradas quem sabe esses vândalos não existiriam. (Stella da Silva Carvalho)


O Dia esperado.
             20/04/14/ - Quinze dias antes do acontecimento, eu e Pedro começamos a planejar o ataque, pois sabíamos que seria surpreendente e espantoso.
            Fomos planejando dias e dias para que nada desse errado. Já sabíamos que o guarda não estaria na escola não somos bobos, estudamos os quatro cantos, uma escola sem câmeras, descuidada, ótima para o ataque!
            Pois bem, dia 19/04 faltava exatamente um dia para o ataque claro, não somos burros  de comprar as tintas próximo  ao dia esperado, compramos nove dias antes para não levantar suspeita.  
            Chegou o dia mais esperado. Saímos de casa exatamente à zero hora. Fomos chegando perto comecei a soar minhas mãos geladas tremiam mas eu estava confiante e determinado no que iria fazer, chegamos ! 
            Fomos pelos fundos para não sermos vistos. Entramos, fomos ao pavilhão determinado. Pedro pichou primeiro depois criei coragem e pichei também acabamos nos empolgando com a mistura de ódio da diretora, fizemos o'que esta lá não nos importamos ou nos  preocupamos ,pois não seria fácil descobrir quem foram  os autores do acontecimento.Depois, aflitos, pulamos o muro e fomos embora. ( Higor José Alves Lucírio) 


Vandalismo
            Cheguei à escola na terça-feira, à tarde, quando olho para o muro todo pichado, meu amigo Henrique me disse:
            - Eu e meus amigos que fizemos isso ontem á noite.
            Não acreditei no que ele disse, pois  era uma ótima pessoa, e ele falou  ainda para mim:
             - Amei fazer isso, porque depois sair com meus amigos para festejar ficamos como muitas meninas, foi uma ótima noite, nos divertimos demais só falto você Lá.
            Eu disse:
             - Você é doido por ter feito isso! Se a polícia tivesse te pegado ia se ferrar, mas para falar a verdade, queria ter ido com vocês, deve ter sido muito legal mesmo.
            Ele falou:
             - Na próxima vez eu ti chamo. AH, amanhã iremos pichar as paredes do pavilhão da escola, você vem conosco? Vai ser “da hora” vamos nos divertir muito, te prometo.
            Eu aceitei, lógico!  Era o que eu mais queria: pichar a escola!
            No outro dia, à noite, uma 22h00min, chegamos à escola, começamos a pichar as paredes. Quando deu 22h30min, terminamos de pichar tudo. Nos divertimos muito.
            Ainda na mesma  noite, fomos até um barzinho bebemos um pouco e passamos o resto da noite na rua fazendo “piseiro”. No outro dia, ficamos de ressaca, mas ninguém desconfiou que nós fôssemos  os culpados por tudo aquilo  que havia acontecido na escola.Depois daquele dia, ficamos muito felizes.( Tatiane dos Santos Souza)


                                  Os pichadores
Pessoas foram vistas perto da escola Anísio Teixeira, pareciam  suspeitos com bolsas, uma delas  estava aberta e dava para ver que havia  latas de tintas dentro .
Enquanto ainda tinha pessoas na rua eles começaram a fumar, mas não dava para ver se era droga ou cigarro daqueles que  se compra em qualquer mercadinho.
Esperaram todos saírem da rua, até que não tinha mais ninguém na rua e começaram  a pichar. É claro que eu estava escondida, mas eles não me viram. Voltando a cena do crime, eu vi tudo
            E o rosto deles  estava difícil de se  ver porque estava muito escura a rua na hora que eles fizeram o vandalismo. (Milena de Sousa Nunes Rosa)


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

QUEM INVENTOU AS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS?

Quem inventou as histórias em quadrinhos?

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A primeira história em quadrinhos (HQ) moderna foi criada pelo artista americano Richard Outcault em 1895. "A linguagem das HQs, com a adoção de um personagem fixo, ação fragmentada em quadros e balõezinhos de texto, surgiu nos jornais sensacionalistas de Nova York com o Yellow Kid (‘Menino Amarelo’)", diz o historiador e jornalista Álvaro de Moya, autor do livro História da História em Quadrinhos. A tirinha de Outcault fez tanto sucesso que os grandes jornais nova-iorquinos entraram em pé de guerra para ter o Yellow Kid em suas páginas. Mas é claro que esse formato original para contar uma história não surgiu na cabeça de Outcault de uma hora para outra. Se a gente for buscar as primeiras raízes das HQs, podemos chegar às pinturas rupestres feitas pelos homens pré-históricos, que serviam para contar, por exemplo, como eram suas aventuras nas caçadas.
Os quadros das igrejas medievais que retratavam a via sacra - os últimos momentos da vida de Jesus na Terra - também podem ser considerados antepassados das tirinhas. A grande diferença é que esses ancestrais das HQs não tinham texto, os enredos eram desenvolvidos apenas com uma seqüência de desenhos. "As histórias em quadrinhos constituem um meio de comunicação de massa que agrega dois códigos distintos para transmitir uma mensagem: o lingüístico (texto) e o pictórico (imagem)", diz o pesquisador Waldomiro Vergueiro, coordenador do Núcleo de Pesquisa de História em Quadrinhos, da Universidade de São Paulo (USP). Foi só no século 19 que a coisa começou a mudar, com pioneiros como o suíço Rudolph Töpffer, o francês Georges Colomb e até o italiano Angelo Agostini, radicado no Brasil desde os 16 anos de idade.
Apesar de esses artistas terem criado trabalhos unindo texto e imagem anos antes de Yellow Kid, características importantes das HQs modernas, como o uso dos balõezinhos com as "falas", por exemplo, só surgiriam realmente nas tirinhas do personagem americano.

 Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quem-inventou-a-historias-em-quadrinhos




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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Carolina Santos Alixandre - Poemas



CAROLINA ALIXANDRE TEM 14 ANOS E ATUALMENTE CURSA O 8º ANO NA EEEFM ANÍSIO TEIXEIRA -  FOI MINHA ALUNA DO 7º ANO, EM 2012 -
ELA TEM TALENTO PARA ESCREVER!
PARABÉNS, CAROL!

NOITE

Numa noite deserta, na escuridão, escuto latidos, o vento da noite
sozinha vendo a noite passar sem ninguém para conversar,
Lembrando da infância feliz.

A cada minuto sentada, vendo a noite passar,
o vento vem e logo passa ,os cachorros já não latem
mais,o silêncio toma conta
da escuridão.

Mesmo que o vento e a noite passem,
sentada esperando uma resposta
do coração...
A brisa toca meu rosto,e eu aqui
pensando na solidão.


SONHO

Um sonho de brilhar
A alegria de iluminar
A tristeza não tem lugar
Dentro do meu coração, só
Há bondade paz
Amor e felicidade.


                          
SOLIDÃO

A noite chega, a brisa
bate no meu rosto,
Caminho sozinha, estrada vazia.

Amigo, já nem sei o que é mais...
Estrada a fora me leva a
solidão...

O verão chega, o calor se apega em mim...
O sol bate
No meu rosto...

Sorriso: há tempos que não se o que é...
Mas flores ainda nascem
E a esperança é minha companheira...


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Que o ano novo que inicia traga a todos bons motivos para sonhar e realizar seus sonhos. Desejo aos meus alunos e colegas de jornada um abençoado ano de 2013.




domingo, 11 de novembro de 2012

OLP - MEMÓRIAS - 7º C - VESPERTINO - 2012.


                                                   Minhas lembranças
          
            Olá! Meu nome é Leonita Grossl, eu nasci em 1979, tenho 55 anos. Nasci                no estado  de Santa Catarina na cidade de Santa Cruz do Timbé. Quando cheguei aqui,  Ariquemes era velha e muito diferente de hoje. Estudei apenas até a quinta série.
        A escola era toda de madeira e o ensino, apesar da dificuldade, era de qualidade. Os materiais  escolares eram simples, pois não tínhamos opções como  hoje. As regras da escola eram rígidas.      
       Na época, os alunos que desobedeciam aos professores eram castigados com palmatória.
          As nossas vestimentas escolares eram camisa branca e saia azul ou preta e os sapatos eram conga. As amizades antigamente eram normais. Nos finais de semana visitávamos  uns aos outros.
                No momento cívico, todos os dias nós levantávamos a bandeira e cantávamos o hino nacional ao sol quente.
        


Aline Pereira Marques - Texto baseado na entrevista da senhora Leonita Grossl, 55 anos.          


A história da minha vida

           Eu me chamo Leonita Grossl, nasci em Santa Catarina na cidade de Santa Cruz do Timbé, no ano 1979, hoje tenho 55 anos.
          A escola era de madeira, mas apesar das dificuldades, o ensino era de qualidade, os materiais eram simples não tinham tantas opções como têm hoje, as regras eram rígidas.
Naquela época, os alunos que não respeitavam os professores eram castigados com palmatória, para ir à escola nós  nos vestíamos de camiseta branca, saia social azul ou preta cheia de preguinhas e os  calçados eram conga.
         As amizades eram normais. Nos finais de semana uns  visitavam os outros em sua casa.
Quando eu era jovem, meus pais eram muito rígidos os filhos tinham que obedecê-los sem reclamar, ser educados com os mais velhos, com as visitas, só de eles olharem sério nós já tínhamos medo.
        Naquela época o transporte era a pé ou de bicicleta.
         A vida antigamente era boa, batalhada, mas tranquila, não tinha essa correria de hoje em dia.
        Meu maior sonho era me tornar professora. O que eu mais gostava era passear na casa de minha avó. Eu sinto saudade da tranquilidade de antigamente, que não tinha tanta violência.
        Eu acho que mudou durante esses anos a rotina das  pessoas,os trabalhos que estão mais evoluídos, a informatização. Os jovens estão mais desenvolvidos, mais independentes. Eu costumava passear com amigos nas pracinhas ou passear nas casas de parentes nos finais de semana.
        A emoção é boa saber que já vivi tantas experiências. Os dias mais felizes da minha vida foram os dias dos nascimentos de meus filhos eu mais triste foi o dia que minha mãe faleceu.



Caroline Grossl Ferreira – Texto baseado na entrevista da senhora Leonita Grossl. 55 anos.


                                                                                                                                                                     TALCIDIO                                                                                 
                Minha data  de nascimento  é  09/07/1954 , tenho  54 anos.  T
                Tenho um filho e uma filha, os nomes são: Nayara e Diego.
                 Antigamente, na escola, os professores ensinavam uma vez e se  você não entendesse, o professor colocava    você  ajoelhado  em cima de milho e batia de  régua de pau em sua cabeça ,  e para chegar até  a  escola tinha que andar  20 quilômetros  a  pé.



Diego Santos Guinlhermes – texto baseado na entrevista com o  senhor Talcidio, 54 anos.
                



                                               Como era minha vida                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                               Sou Rosenilda Gomes de Lima, nasci em 1958, no dia 16/05/1958, em São Paulo.
Quando eu cresci um pouco, fui para escola e amei ir para lá. Ela era pequena e de madeira, tinha poucas mesas e cadeiras, mas mesmo assim, eu nunca desisti de estudar.             

Meus pais não tinham muitas condições de comprar material para mim, então eu levava os meus materiais na mão em um saco de arroz porque não tinha bolsa, mesmo assim nunca desisti de estudar,
Eu vim para Ariquemes em 1970, morávamos num sitio e ajudava minha mãe a lavar roupa numa prancha, na beira do rio. Minha mãe mesmo que fazia as roupas simples e feias para nós irmos para a escola.
Nós ganhávamos dinheiro no dia das colheitas que eu e meus irmãos colhíamos para ganhar dinheiro. Eu me casei e tive cinco filhos e já  tenho 36 anos de casada.
Naquela época  era muito difícil me dar bem com meus pais pois  eles eram muito bravos e hoje eu sou professora de português e sou muito feliz com meus filhos.                                                                                                      
Halerff Diunior de Lima Novaes - texto baseado na entrevista da senhora Rosenilda Gomes de Lima, 36 anos.